sábado, 8 de janeiro de 2011

Façam suas apostas senhoras e senhores. O senhor não, retire-se por favor.


A França é realmente um país interessante. Sempre digo que eles estão lá na frente ou lá atrás em muitas situações.
Não sei se você sabe, mas o jogo é permitido por aqui e tem cassinos espalhados pelo país inteiro.
Aí, é que entra o lado particular do francês.
Quando você sente que tá jogando além da conta, que não tá conseguindo se controlar, tá a ponto de perder até
 o último centavo, você pode ir até uma delegacia de polícia e se denunciar.
- Ãhn? Como assim? Me denunciar?
- Sim. Você mesmo se denuncia e uma ficha sua é feita, e, a partir daí, você está proibido de jogar em um cassino.
- Em um? Como assim?
Bom, depende de qual área sua denúncia pode abranger. Essa é boa. Muito boa mesmo.


Suponhamos que você more no Rio de Janeiro. OK. Você se denuncia pra nâo deixarem que você jogue nos cassinos do Rio. Mas tem um cassino em Petrópolis e, quando o comichão aumenta, você pode pegar seu carrinho e escapulir pra Petrópolis. Petropólis ficou perto, então a coisa tá ficando braba pro seu lado, você agora joga a cartada ( êpa! ) quase final, e se denuncia pra uma área x ao redor do Rio; até se denunciar pro Estado inteiro e até pro Brasil inteiro se a compulsão estiver além do seu controle.


E então, sabe o que a negada faz? Se disfarça. Vai com barba postiça, peruca, bigode, mulheres com perucas de cor e tamanho diferentes dos próprios cabelos, óculos, e todo tipo de disfarce.
- E aí consegue entrar e pode jogar?
Pode. Mas, se ganhar, não leva e, se o cassino descobre que você é o danado, ele te põe pra fora, porque ele vai pagar uma multa enorme se te encontrarem lá dentro.
Deu pra entender?



Liberar o jogo no nosso país é um assunto que não ata nem desata. Não sei se as autoridades sabem, mas você não é dono do seu controle quando sente aquele "calorão" dentro de si. Não vai ser proibindo que a pessoa deixa de jogar. A turma aí não vai pro Uruguai, Paraguai ou Las Vegas pra jogar e deixam a grana deles lá fora ? Melhor seria deixar aí mesmo. Ou não? Eu não tenho opinião formada sobre este assunto.
 E você?

8 comentários:

Susi disse...

Oi amiga, td bem? Como passou de festas?
Viche, eu nao sabia nada disso q vc contou sobre jogar na Franca.
Blog é cultura!!
bjks e bom final de semana.

Maga. disse...

Sei não, mas acho q se liberar aqui,o povo n tem ainda discernimento,falta educação, n vai dar certo não.Conheço pessoas q perderam tudo nas maquinas caça niquel,gente boa,dá pena de ver.Desde a época q eram liberadas.Destroi famílias.O problema é q atrás do jogo, dinheiro fácil, vem mtas outras mazelas.Eu particularmente n gostaria de ver os meus nesse meio.Até q me provem o contrário...
bjim

Ieda Dias disse...

Passei ótima meu bem, e ja tô aqui do seu lado de novo...bjos e um 2.011 cheio de alegrias pra vc

Ieda Dias disse...

Pois é Maga, uma verdadeira faca de dois gumes, quando se trata de um país quiném o nosso, onde muita coisa não é levada a sério.
bjos meu bem

Anônimo disse...

Não deixa de ser uma forma de pedir ajuda é um vicio, não seria melhor a pessoa procurar um psiquiatra ou um psicologo e fazer um tratamento.
Viviane

Ieda Dias disse...

Seria Viviane, mas não é tão simples quanto parece...se livrar de um vício é quase um vício...várias tentativas e muitas desistências...difícil...
bjos

FeifisPrince disse...

Minha mãe veio para o Brasil numa companhia de teatro italiana cantar nos cassinos, depois de uma longa tounée na Argentina.
Foi fazer uma temporada em Santos e Guarujá onde reinavam o Parque Balneário e vários outros.
Um dia, sentiu uma dorzinha do lado direito e depois de um espetáculo, deu baixa no hospital.
Foi atendida por um belíssimo (td para a mamma era belíssimo!) doutor. Foi operada e ficou semanas internada, que naquele tempo apendicite era coisa que matava.Mal sabia ela que sua diária e arrebatadora paixão pelo dottore era correspondida fazia tempo. Desde a estréia meu futuro pai ia sempre que os plantões e o bolso de médico novo o permitiam às apresentações da bella donna. Final da história familiar dos cassinos: 52 anos de união, aqui e ali com os nervos à flor da pele, mas uma paixão só!!!!!
Quando os cassinos fecharam,papai contava que várias pessoas se suicidaram e os jornais não davam a notícia. E reza a lenda, que os antigos proprietários do Parque Balneário mantém num depósito, muito bem conservadas as fichas (vôte!) de marfim, todo o mobiliário e peças do antigo cassino, esperando a liberação do jogo no Brasil, que espero que nunca, nunquinha aconteça.

Ieda Dias disse...

Amei a historia de sua mami...fôfa. E casino é uma faca de dois gumes. Ao mesmo tempo q traz desgraça pra muitos, tras muito trabalho e vida pra outros tantos. No nordeste, como em Las Vegas (desertos iguais) talvez fosse uma solução.
bjos bjos

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