sexta-feira, 18 de março de 2011

Poilâne. O pão que tanto é gostoso fresquinho como durinho

Quem persegue este blog sabe que sou louca por pães. Tô sempre falando sobre eles, dando alguma dica.
Hoje vou falar sobre um pão francês ( não o nosso...rs ) que eu amo. O Poilâne. Ai jesus! Uma perdição. E como sou chegadinha a contar um causu, lá vai um resuminho da história desta delícia.

"Em 1932 Pierre Poilâne abriu uma padaria no número 8, rue du Cherche Midi, Quartier Latin, Paris.

Fabricava pães à sua maneira, com farinha moída em velhos moinhos, fermentação natural e cozimento em fornos à lenha.
Após a guerra, o pão branco tornou-se preferido ao pão preto, símbolo dos anos difíceis. Poilâne, entretanto, continuou sua fabricação tradicional que logo ficou conhecida como “Pão Poilâne”.
No início dos anos 70, Pierre Poilâne passou o comando da padaria para seu filho Lionel que espalhou revendedores pela França e outros países. Todavia, Lionel Poilâne nada mudou nos métodos de fabricação. A “Manufacture” por ele construída em Bièvres nos anos 80 traz igualmente os princípios antigos, que são o diferencial dos pães Poilâne, integrados às mais modernas tecnologias. Lionel Poilâne coloca as bases de uma cultura que chama de “retro-inovação” : Unir o melhor do antigo ao melhor do moderno."


                                      Olhe o Seu Lionel aí todo orgulhoso da sua delícia!

O pão Poilâne simboliza a qualidade internacionalmente reconhecida de um pão autêntico e sincero."
Copiei daqui: http://fotolog.terra.com.br/outromundo:326

Alguma padaria de Belo Horizonte não se habilitaria a fazer uma dobradinha com o Seu Lionel?

Quando eu digo que gosto de pão de qualquer forma, sei que fica difícil pros outros entenderem. Pão velho e duro. Gosto. Pão fresquinho. Gosto. Pão molenga. Gosto.
Me lembro, que uma época dividíamos um apartamento em Paris, e éramos 3. Cada um saía numa hora pro trabalho. Eu era a primeira, e sempre comprava um Poilâne grande pra comer ele fresco e depois ir comendo ele duro. Mas, êle não fica como torrada.  Fica duro mesmo! Minha amiga tinha ódio! Sempre dizia:
- É duro poder dormir mais uns minutos, e acordar com esse roc...roc...roc...rs.

Sempre que vou à França, não importa em qual casa de amigo eu vá ficar, sempre que chego já tem Poilâne me esperando. Entre outras coisas que eu gosto.
Mó graçinha, meu amigos queridos!

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