sábado, 30 de abril de 2011

Ai, quero passar uma semana neste lugar!

Mais de uma vez já falei pra você sobre o Salão do Encontro,  aqui em Betim-MG. D Noêmia começou há 40 anos um trabalho lindo, que a cada dia que passa é motivo de orgulho pra todos que se beneficiam do lugar, tanto funcionários, como os filhos deles, e toda a comunidade que vive nas imediações do Salão.
Fomos recebidos pela Cleide, que nos mostrou tudo com muito carinho e gentileza. Anote este passeio pra fazer com sua família, amigos, filhos. Qualquer pessoa, de qualquer idade vai amar. Saiba mais sobre o projeto através do site.

As crianças voltam da escola fundamental e passam a manhã ou a tarde no Salão. Atividade é o que não falta. Aprendem brincando.

Mesas e cadeiras feitas pela casa, do tamanho adequado aos pequeninos.

Hora do almoço. As peças descansam enquanto a turma vai comer. E o cheiro vindo da cozinha tava tirando a concentração da gente. Delicioso!

Tudo muito bem cuidado, jardins lindos, simples, com flores bem dos quintais mineiros.

Este senhor desfiava sobras de tecidos, pra outra turma encher os corpos das bonecas de pano. Todas as sobras passam de uma sala pra outra e todos aproveitam tudo. Fiquei pensando, se sobrava algum lixo no final. Se sobrar, deve ser muito pouco.

As flores feitas de palha de milho são uma delicadesa só.

Nem ousei me sentar nestas espreguiçadeiras. Mêdo de não querer mais sair.

Criança sentadinha no toquino escutando a professora contar histórias. Passarinho cantando, cheiro de mato, barriguinha cheia, pés nos chão. Chance de dar errado? Praticamente zero!

Mais uma vez fiquei triste por não ter espaço na minha casa. Esta dupla teria lugar de honra na porta de entrada.

E o trabalho de desencarossar o algodão, cardar, puxar o fio, colorir, e o tapete lindo no final. Não tem preço!

Sabia que você pode passar uma semana como convidado do Salão, aprendendo a cada dia em um setor, se misturando com isso tudo? Se você se interessar ligue pra lá, que eles te passam todas as dicas. E, de grátis!

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Voltando aos velhos tempos de mim...seção nostalgia

Ontem foi dia de visitar o Museu dos Brinquedos e matar a saudade. Um verdadeiro passeio a infância de meus avós, pais, e minha também. Muito bom. Não vou repetir o que já disse aqui sobre o museu. Só vou mostrar alguns dos brinquedos pra você. Como este velocípede por exemplo. Com assento de  madeira. Lindo demais.

E a corrida de cavalinhos!

Essa Kombi é linda!

Qual o garoto que já não quis ser bombeiro?

Adoro todos os brinquedos que eram feitos de lata colorida.

Tudo de lata.

Ainda bem que não ganhei esta boneca quando era criança! Minhas seções de análise teriam triplicado. A idéia da cena do exorcista deve ter vindo daí. Três carinhas numa só. Rindo, dormindo e chorando. Eu choraria de medo o tempo todo. Coisa mais macabra! E o pino que fica em cima da cabeça? Girando  ela muda de cara. Curuz! 

Aqui já tá uma turma mais mudirninha.

Piano e xilofone. Sempre quis e nunca tive. Não sei porque ninguém nunca me deu!

Me lembro muito deste forte apache. Será que ainda se brinca de índio? Acho que não.

Ioiô de lata. Muito legal!

Amava jogo de pega-varetas. Acho que vou comprar um pra mim de novo. Deve ser ótimo pra acalmar, frear, relaxar.

Carrinho de rolimã. Meu irmão fez muitos e brincava depois da escola, descendo a Rua Pernambuco. Da praça Diogo de Vasconcelos, hoje praça da Savassi, até a Av. Brasil. Eita beleza! Descia desembolado. Capacete, joelheira e apetrechos de segurança? Tá brincando? Freava com o Kichute, e os joelhos e cotovelos viviam ralados.


quinta-feira, 28 de abril de 2011

Mais uma dica de onde comer um pão artesanal de verdade

O nome da Casa é Bonomi. Já é antiga, sou freguesa desde que inaugurou, e hoje fui com minha hóspede pra ela conhecer. Sou meio songa pra perceber determinadas coisas, mas logo vi que tinha alguma coisa diferente. Primeiro, já veio logo uma moça pra me ajudar com os nomes dos pães. Uma francesa. Passei a bola pra ela. Está com o marido dando um empurrão na casa. Queria ter sabido mais, mas não deu tempo de perguntar. Vou voltar lá depois, sozinha, pra saber que tipo de trabalho ela tá fazendo. Só sei, que o visual, a apresentação dos produtos, a qualidade, e o número de opções de escolha mudou. Mudou e muito. E prá melhor. Se quer matar as saudades de uma boulangerie francesa passe por lá. Comi um "pain au chocolat", feito com chocolate suiço. Tava delicioso!
Pães, sanduiches, saladas, doces, massas. Tudo da melhor qualidade.

Resuminho da história da Bonomi

Ex-integrante do Grupo Corpo, a proprietária, Paula Bonomi, empresta à arte de fazer pães a mesma disciplina e esmero dos tempos de bailarina. Recentemente, em busca da baguete perfeita, viajou à França para pesquisar ingredientes e testou inúmeras receitas até conseguir reproduzir, com semelhança, as vendidas nas boulangeries parisienses. Das butiques de pães da Europa, para onde sempre viajava nas turnês da companhia de dança, veio sua maior inspiração para montar a padaria, há catorze anos, depois de uma rápida consultoria do chef Fabrice Lenud, da pâtisserie Douce France, de São Paulo. Instalada em um casarão de 1902, restaurado e tombado pelo patrimônio histórico, oferece cinquenta tipos de pão artesanal, vendidos por unidade ou no peso.

A casa é linda e os móveis mais lindos ainda. Paredes, iluminação, objetos. Tudo no lugar certo.

Sou apaixonada por cerâmica. Achei os preços das tijelas super bons. Vale a pena adquirir.

Esta mesa é de cair o queixo. E as cadeiras também. Sentar pra tomar um café, ler jornal, escrever, conversar com amigos. Lugar ideal.

As prateleiras são de madeira de demolição. Pra quem gosta como eu, não se cansa de admirar.

                                               E a orquídea dando aquele toque de classe!

quarta-feira, 27 de abril de 2011

E a Liberdade abriu as asas sobre nós!

E a Praça da Liberdade realmente abre agora os braços e nos acolhe. Primeiro, com seus jardins, bancos, coreto, flores, fontes. Tudo  muito simples, bonito e delicado. Depois que toda a parte administrativa do governo se mudou pro outro lado da cidade ( uma hora dessa vou lá fotografar e mostrar pra você), começou uma verdadeira revolução de construções, reformas, restaurações. E antigos lindos prédios outrora  (essa saiu do fundo do baú)  secretarias de educação, fazenda, finanças, agora se transformaram em museus e centros culturais. E cada um ficou ou tá ficando mais bonito que o outro. Cores fortes, vivas, devolveram à Praça um ar de cidade de interior, que Belo Horizonte vai perdendo a cada dia que passa.
Depois de dar uma volta na Praça, fomos conhecer o Memorial Minas Gerais. Uma homenagem super bem feita aos mineiros, a sua cultura, seus valores, sua história. Muito legal. Vontade de carregar muita coisa aqui pra casa. Partes da história de minha família, amigos, infância.


Não estão lindas as cores dos prédios?

E o velho Carlos Drummond de Andrade foi homenageado com fotos, vídeos, a famosa camisa branca social, terno, poemas, livros. Muito merecido.

De ficar de queixo caido com as pinturas do teto, pilastras e paredes.

Queria ter um altar deste aqui em casa. Tem de tudo um pouco. Lindo demais! E colorido é do jeito que eu gosto.

Não faltou a benzedeira dos interiores das Gerais.

Procissão! O cheiro do incenso, as luzes das velas, a poeira das ruas, o canto melancólico e arrastado das músicas...lembranças de infância.

Beleza de azul e de arquitetura.

Tem uma maquete de cidades do interior de MG do tamanho da sala. E conta o dia a dia das pessoas. Do amanhecer ao anoitecer. Com direito a luzes ao anoitecer nas ruas, postes e casas. Muito bem feito.

Restos de cerâmica encontrados em escavações no interior do estado.

Este tipo de escada devia ser o sucesso do início do século. Casa uma mais linda que a outra, e o mesmo estilo em todos os prédios.

Aqui, já no Museu das Minas e do Metal, a interação é quase total. Podemos tocar vários dos objetos, passear por cima e nos divertir, sempre aprendendo com as obras. Marchamos em cima de cristais, ouro e pedras preciosas. Me senti homenageada pelo meu querido Pixinguiinha: " tu pisavas nos astros distraida, sem saber que a ventura desta vida...!"

Mistura de pinturas, madeiras, cores. Pra todo lugar que se olha tem uma beleza pra ver.

Mais escadas e mais formosura. Me lembrei de tanta gente nesta visita! Conheço muitos que vão se encantar. Adultos e crianças. Vá visitar. Entrada no Memorial é de 6,00 e meia 3,00 reais. No dos Metais, é de grátis.

Memorial Minas Gerais - precisa agendar a visita pelo telefone 3343 7317 de segunda a sexta-feira de 9h às 19h. Fica na Praça da Liberdade.

Museu das Minas e do Metal - http://www.mmm.org.com/

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