segunda-feira, 30 de maio de 2011

Continuando na Tailândia agora no mercado flutuante. Lindo!

Foi paixão à primeira vista. Paixão por tudo. Pelas frutas, pelas cores, pelas lindas mulheres remando seus barcos, pela paz, pela tranquilidade com que são feitas as compras, pela delicadesa com que as pessoas circulam seus barcos. Tudo, tudo, tudo. Já disse aqui e repito. O povo tailandes é delicado, suave.
Grande parte do país é pantanoso. Mesmo dentro da capital, Bangkok, dependendo da hora, as ruas ficam alagadas com a subida da maré.
Este é um  mercado exótico, diferente. Estas fotos foram feitas pelos meus queridos amigos Fatinha e Roberto no mes passado. E muito desta paisagem eu fotografei há 20 anos atrás. Vimos com alegria a mesma beleza. Fotografamos as mesmas maravilhas. Quer saber porque este mercado faz tanta diferença? Por conta das mulheres.

" Pelo menos nesse mercado, elas conquistaram o poder. São as mulheres que trazem os produtos, determinam os preços, negociam, vendem.

O mercado flutuante faz parte do dia-a-dia da Tailândia. São quatro em todo o país. O de Dami Nani Saduak, a 80 km da capital Bangcoc, é o principal, o mais antigo. É tudo muito simples, bonito, colorido. Todo dia às sete da manhã, os barcos começam a chegar.

Toda comida é temperada com pimenta, muita pimenta. Faz parte. E é pimenta daquelas. Tem coco, abacaxi, banana. Mas, banana vermelha já é um pouco diferente. Uma fruta chama lamud é típica da Tailândia. São dezenas de frutas exóticas. Algumas, difíceis de identificar.

O mercado de Dami Nani Saduak só funciona na parte da manhã por causa do calor. O sol é muito forte. Para agüentar, só usando chapéu. São todos feitos de palha e enormes. Protegem de verdade.
É uma diversidade extraordinária. Cada barquinho tem um produto, uma comida, uma surpresa. Um lanche típico tailandês: uma espécie de panqueca feita com folha de banana e uma pasta de arroz. O recheio é uma mistura de açúcar mascavo, coco ralado e amendoim. O tempero é alho frito com açúcar mascavo com alho frito e pimenta.

É nesse mercado - que atrai gente do mundo todo - que o povo tailandês faz suas compras. É um negócio que movimenta muito dinheiro. Quem trabalha nesse mercado, vive às margens do rio. Em casa modestas, tipo palafitas.

Enquanto as mulheres vão para o mercado vender, os homens ficam em casa. É que, geralmente, eles trabalham bem cedinho, no campo, produzindo o que mais tarde elas vão negociar.
A cada momento, encontra-se uma surpresa diferente, como uma senhora sentada, tranqüilamente, brincando com uma cobra. Ela age como se nada estivesse acontecendo. Para essa senhora, a cobra é um animal de estimação, que ela cria há dez anos.

O rio Dami Nani Saduak tem tanto peixe, que as crianças se divertem. O tailandês é místico. Vive cercado de símbolos e imagens. Na frente das casas na beira do rio, existem pequenos templos, que eles chamam de "casa dos espíritos", servem para proteger e atrair a sorte.
Respeito, religiosidade e obediência são palavras que simbolizam a Tailândia. Mas, o templo também pode ser um lugar para se conhecer o futuro.
No fim, deve-se agradecer ao Buda. E ao Buda da prosperidade - os tailandeses que vivem às margens desse rio, devem agradecer mais ainda. Para esse povo que tem fé, é o Buda da prosperidade que garante a fartura que eles tanto precisam para trabalhar e viver feliz. Em paz."

Tirei  daqui este texto. http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL693529-15605,00.html



É uma delícia poder comer de tudo, provar o tempêro da comida tailandesa servida às margens do rio. As mulheres param o barco e te servem. Adorei tomar sopa, comer peixe e fruta.
Bom demais! Quero voltar...

Veja a beleza dos legumes! E flores enfeitando. Sempre!

Me lembro de ter visto crianças engatinhando nas varandas das casas. É de dar frio no estômago. Mas elas passeiam tranquilas, com as mamães do lado. Sem stress. Nasceram vendo o rio na porta de casa.

O sol é realmente escaldante. Me chamou a atenção a diversidade de formas e modelos de chapéus. Todas se protegem muito com mangas compridas,  e,  toda camisa tem uma espécie de aba que sai do punho pra proteger as costas das mãos. Muito legal. E esta aba é amarrada no dedo do meio.

Não é linda essa foto? Que senhorinha mais elegante!

Me lembro de ter visto cobra nadando. Normal...rs.

As casas ao longo do rio são sempre assim. Cheias de flores e de capricho. Tive oportunidade de entrar em uma delas, conhecer a família e sua forma de viver. Paz total.

A frutas tem um doce diferente. Deliciosas!

                      Já postei sobre a Tailândia. Se você quiser ver, procure no "Marcadores".
Quero uma bolsa dessa pra fazer minhas compras agora que não utilizamos mais saco plástico. Lindas!

2 comentários:

Anônimo disse...

É Iêda, você gosta mesmo de botar pilha na galera...
bjos
Beth

Ieda Dias disse...

hhheeee...a gente fazemos o que podemos, Beth
bjos bjos

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