quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Assistir tv faz parte do livro da vida

Quando pensei em escrever este post a idéia primeira era só compartilhar com você tudo que assisti durante anos da minha infância e adolescência. Mas a medida que foram vindo à minha memória todas as séries, pensei noutra coisa. 
Hoje em dia existe uma grande discussão a respeito do tanto que as crianças vêem televisão, jogam games, e ficam apertando botões o dia inteiro se deixarem.
Olhe só; há relativamente muito pouco tempo temos tanta opção de lazer, principalmente na telinha. Na minha infância os canais eram 3 ou 4, e durante quase toda minha vida foi assim. Não me lembro de quando comecei a assinar a tv aberta, mas foi ontem, em relação ao tempo que fiquei vendo só os canais convencionais.
Estes são apenas alguns programas que assisti até o final de cada série. Sei de cor ainda hoje um monte de falas, me lembro dos nomes de quase todos os meus ídolos e tem mais.
Durante estes anos, fui a festas, dancei até virar o calcanhar pra trás, namorei, pulei carnaval os quatro dias sem parar,  namorei, fui à praia, estudei, vi mil filmes e mil peças de teatro, namorei, escutei não me lembro quantas músicas em compania de amigos e fui a centenas de shows. 
Pra encurtar a conversa, cheguei a conclusão que é uma besteira ficar preocupado e podando a garotada do que a vida tá oferecendo pra eles agora. Tudo isso vai virar aprendizado, tudo vai virar uma memória gloriosa, um livro, que como o meu tá agora  na página  22.995  ( tente adivinhar de onde tirei esse número) e espero ainda chegar pelo menos até a página 32.850 porque sei que quanto mais eu ler/viver, mais feliz e melhor pessoa poderei ser.

O Vigilante Rodoviário. Com Carlos e seu cão Lobo. Os cachorros na década de 60 se chamavam, Lobo, Rex , Peri ou Bob. 
Tempos em que um cão e um sujeito numa moto davam conta de tomar conta dos problemas de uma estrada.

Delicia de toda uma geração. Rin-tin-tin, cabo Rusty e tenente Rip Masters. O menino era órfão de pai e mãe e isso nunca preocupou a gente nem fez a gente ficar com pena dele.
A minha grande decepção foi saber que o Rin tin tin  já tinha morrido há muitos anos e quem  atuava eram  seus filhos. Cão policial é tudo igual...hehehe...

Adorava a forma que O Homem do Rifle,  Lucas McCain (Chuck Connors) girava o rifle na mão como se fosse um bastão de baliza

Gene Barry era o Bat Masterson...ainda canto a música tema todinha de cor. Outro xerife

Dr. Kildare  foi um médico representado pelo Richard Chamberlain e fazia todas as garotas gemer sem sentir dor...

Adoro até hoje. I love Lucy. Bom demais Lucille Ball, seu marido Desi Arnaz. e pra melhorar, ainda tinha a Ethel e seu marido Fred, Vivian Vance e William Frawley, que eram os vizinhos.



Vince Edwards fazia o Dr. Ben Casey .
Eu preferia esse aí. Meu faro desde cedo já começou a funcionar. Era meio House. Mais largado, barba por fazer, não tão arrumadinho quanto o Kildare.

Estes também eram uns arrasa coração. Todas nós morríamos pelo moreno e mais safadinho em Rota 66, George Maharis, que interpretava Buz Murdock. O ruivo era o  
Tod, Martin Milner.  Fazia o tímido (há quem goste) 

Sonho americano dos anos 60. Papai Sabe Tudo. Meus primeiros contatos com a vida americana, casa, utensílios domésticos, inverno, verão, hábitos, família.
 Muito bom.

Combate. Adorava os personagens do Tenente Hanley (Rick Jason) e do Sargento Saunders (Vic Morrow).

Tan tararan taran taran......bonannnnzaaaaaaaaa!!!! Tantararan tararan tan tan!!!!
Quatro filhos, cada um de uma mãe. E dai? A gente questionava bem menos....rs

Amava o Tunel do Tempo. Cada semana os rapazes caim em um tempo diferente. Era muito bom!

O Agente da Uncle. Também não perdia. Depois o louro fez o Homem Invisível. Alguem se lembra? Ele começava a ficar invisível, retirando a cabeça. Altos efeitos especiais...hehehe...

Agente 86. O rei das atrapalhadas e a paciente 79 que era apaixonada por ele. Só mesmo uma paixão pra aguentar tanta burrice.

Mary Tyler Moore. Era muito bom também. 
O chefe dela era o máximo. E eu sonhava em trabalhar naquela redação e morar sozinha quiném ela.

Minha paixão até hoje, James Garner. Que nariz, meu Deus! Ele era o Maverick, jogador de poquer profissional. 

Daniel Boone. Vi todos também.

Sallie Field...A Noviça Voadora. Era um riso só. Uma atrapalhada atrás da outra. Mas depois ela arrasou como a mãe do Forrest Gump.

Quem já não morreu de raiva do Dr Smith?  Detalhe das roupichas de todos Perdidos no Espaço.

Denis ,o travesso ou O Pimentinha.  Adorava as atrapalhadas dele e o carinho da vizinha Marta, esposa do  Sr. Wilson . Ela tinha a maior paciência do mundo com o pestinha.

4 comentários:

Anônimo disse...

Pois é...Sem os efeitos especiais moderníssimos de hoje em dia, essas séries jamais serão batidas pelas as atuais. Terra de Gicantes, Viagem ao fundo mar, Zorro também eram espetaculares.

Anônimo disse...

Os far west que passavam também eram espetaculares: O homem de Virginia, Laredo, Bonanza, Bat Masterson, With Bil Rickoc e seu companheiro Jingow, Zorro e seu amigo Tonto...fora outros muito bons. Foi uma época em que se vivia bem neste planeta, era glamouroso tudo em nosso redor. Hoje, vivemos num vulcão infelizmente. O HOMEM SE BOÇALIZOU DEVIDO A GANÂNCIA...

Anônimo disse...

Sensacional.. compartilho todas essas memorias.. tempos bons, herois verdadeiros e caes companheiros..Parabens pelo blog.

Anônimo disse...

Faltou o National Kid!

VEJA TAMBÉM

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...