sexta-feira, 8 de abril de 2011

Uma savoyarde visita as Minas Gerais

E todo mundo sempre se preocupa com o que fazer com uma visita que vai receber em Belo Horizonte. Onde levar? o que comer? Como ela vai se divertir?
Não esquento a cabeça. Mostro o que temos, e todo mundo adora. Minha querida amiga, que mora nos alpes franceses veio passar este mes de abril comigo. Ela tá feliz, e eu nas nuvens.
O melhor de mostrar a cidade da genta pra um visitante,  é que acabamos descobrindo muito da nossa própria cidade.


Você tem reparado a quantidade de flores lindas caindo das árvores neste outono? Os passeio ficam parecendo um tapete. Esta foto foi feita nos jardins da Igreja de São José.


Olhe que maravilha de buquê. Não sei o nome desta flor, mas a cidade tá cheinha dela. Linda também.


Nada melhor pra que o visitante conheça o dia a dia de uma cidade, do que passear pelo centro. Aqui, fomos comer pastel na Galeria do Ouvidor. E tomar caldo de cana. Ela adorou o dois, mas acho o caldo meio doce demais pro paladar francês.


Ainda na Galeria do Ouvidor vendo as bijuterias. A infinidade de cores, e modelos, e gente, e sons, deixou  a francesa, que mora em uma cidadezinha de 400 habitantes, de cabeça tonta. Mas não queria voltar pra casa...rs.


Mais uma parada pra colher fores no chão. Enquanto fotografava cairam outras muitas. Dá vontade de trazer pra enfeitar a casa. Agora a gente já estava na Savassi.

`Parada

Parada obrigatória. Comer pamonha doce e salgada na Casa da Pamonha da Av. Brasil. Ela amou a salgada. A doce acho médio. Vamos ter que voltar outro dia. Quer comer mais da pamonha salgada e provar o curau. E o guaraná firme e forte acompanhando tudo.


A melhor pamonha de Belo Horizonte, pro meu gosto.


Aqui, pinto no lixo na Casa das Fábricas da Savassi. Ficamos mais de 1 hora escolhendo fitas e fios.


E dá-lhe pastel de angu da Travessa. O melhor de todos também.


Minha querida amiga Carolina nos levou pra conhecer o Balaio de Gatos. Este, é tão legal que merece um post só pra ele. Aguarde.


E ao lado do ex-cine Metrópole como qualquer turista que se preze, quis saber quem eram os dois amigos. Carlos Drummond de Andrade e Pedro Nava mereceram um abraço.


Outra parada. Tirar fotos da moça fritando pastéis na Av. Afonso Pena com rua da Bahia.


Entramos no Palácio das Artes pra ver a exposição, Sismógrafo. Muito legal. Muito gentilmente me deixar fazer essa foto sem flash. Vale a pena visitar.


Outra paradinha pra saber que prédio maravilhoso era este aí. Conservatório Mineiro de Música. Com muito orgulho. Ficou linda a foto no finalzim da tarde, não ficou?


Finalizando por hoje, o lindo Ipê atrás do prédio do Palácio das Artes. Passamos também pelo Bazar de Artezanato de lá. Coisas lindas. Lindas.
Primeira semana cheia de comilança. Vamos continuar com a comilança, que é sempre o melhor da viagem, mas, quero levá-la no Salão do Encontro, Museu de Artes e Ofícios, Inhotim...tudo que ela tem direito.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Experimente convidar amigos pra um chá com bolo no final da tarde.Vocês vão amar!

Casas especializadas em chá encontrei inúmeras pelos Caminhos por onde andei. E mesmo que não vá comprar eu entro pra conhecer, sentir o aroma, provar. Me lembro, que os primeiros chás realmente de boa qualidade que tomei, comprei no Sri Lanka. Guardo até hoje as caixinhas de madeira.


Eu sempre ouço dizer que brasileiro não é chegado a chá. Não curte, nem tem costume de tomar. Realmente o café faz muito mais sucesso entre nós. Aqui em casa sempre que ofereço, as pessoas não só aceitam, como gostam muito e saem levando meus chás.
Desta vez que estive em NYC descobri uma casa de chá em Chinatown muito legal. Além de bonita e cheirosa, o atendimento é legal. Comprei alguns. O bom chá, gostoso, saboroso, é como um bom café. Não é barato. Mas o prazer de tomar um chá com bolo e amigos, não tem preço. Adoro. Chá também pra tomar junto com a sobremesa. Delícia. Aprendi na França.
Aproveite que vai entrar um friozinho ( se Deus ajudar ) e prepare sua mesa.


                                       Olhe que graça esta xícara pra chá ou infusão.


          E esta então! Como dizia minha mãe, " tudo fica muito mais apetitoso se a louça é bonita".
                                                                    Verdadíssima.


                                        Olhe os chás que eu comprei. Este custou $ 4.


                                 Trouxe duas caixas de variados sabores pra experimentar. Elas vieram com 30 saquinhos, 5 de cada sabor e custaram $ 6. Dê uma olhada no preço de chá em nossos supermercados. Um bom chá. O preço é desanimador.


Comprei o chá e não resisti à caixinha pra colocar. Ela custou $2. Este chá foi o mais caro. Procurei o preço e não encontrei, mas, me lembro que "paguei pra provar". E valeu a pena. Muuuuito bom!


                      E não poderia deixar de homenagear as lindas indianas no trabalho da colheita.
                  O verde do chá contrastando com o colorido das roupas, deu esta beleza de fotografia.

http://www.tenrenusa.com/
75, Mott Street.- NY 10012

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Como eu pude me esquecer das minhas queridas latinhas velhas!

Tô ficando passada mesmo! Sempre brinquei dizendo, que queria envelhecer pra tacar um ponto morto e fica na boa. No máximo engatar uma primeira de vez em quando. Parar com a aceleração maluca da vida toda. Mas, tô exagerando. Levando realmente a sério o propósito.
Pois você não há de crer, que quando mostrei há alguns dias atrás as minhas coleções, me esqueci da minhas latinhas queridas? Levei um susto tão grande, que agora, antes de postar, dei uma geral pela casa pra ver se faltava alguma outra. Curuz!



Esta coleção começou há milhões de anos atrás, no tempo em que eu fumava. Sempre detestei cigarro dentro da bolsa, porque o maço se abria e ficava cheio de fumo pra todo lado. Então, inventei essa moda. Colocava o maço todinho dentro desta latinha que tá aí do lado esquerdo, a maior, retangular. Nela cabiam os 20 cigarros e ainda o isqueiro. Bem legal.


Daí pra frente foi rolando como em toda coleção. Ganhando de amigos e comprando nos brechós e brocantes da vida. Tem umas que vieram com pregos, pomadas, cremes, chumbinho. Continuam lá.   Não joguei nada fora.


Aqui dá pra ver melhor a caixinha dos meus cigarros. Esta da
Eirikson. Acho que veio com fumo pra cachimbo, se não me engano. Joguei fora e coloquei meu vício da época...rs.


Estas são as mais antigas.


A que tem abertura dos dois lados. Uma das preferidas.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Dez lugares pra passear sem stress

Hoje em dia, não importa pra onde você esteja indo, sempre vai ouvir:
- Mas lá é muito perigoso! Você não tem mêdo?
Imagine o tanto que ouvi antes de viajar pra Israel no final do ano. E deu no que deu. Você viu as fotos e leu os causus..
Então, a gente não deve dar ouvidos aos conselhos das pessoas? Afinal, elas estão falando pro nosso próprio bem! Ou não. Derrepente estão falando porque elas mesmas morrem de mêdo. Não conseguem arredar pé de casa. E acabam sem conhecer nada. Não se arriscam. De tanto ouvir sobre Israel, descobri uma fórmula pra ficar livre dos medrosos. Dizia:
- Sou tão apaixonada por aquela terra, que se morrer lá ninguem precisa ficar triste. Pode ter certeza que morri na maior alegria.
Na realidade o assunto hoje é lugar tranquilo. Sem stress, calmo, violência zero. Zero mesmo. Raríssimo acontecer alguma coisa que mereça uma primeira página de jornal....rs...contrário daqui, que a primeira página já tá vazando até a terceira. Ou mais...rs.



                                                                        Nova Zelândia nunca fui.


                                                                                 Islândia nunca fui.


Áustria já fui e é um país lindo.


                                                                          Noruega não conheço


                                                                                Irlanda nunca fui.


                                                                          Dinamarca.
Minha lembrança deste país, que nunca visitei além de Copenhage, foi com minha grande amiga Sandra, nós duas comprando alguma coisa em uma loja imensa, de departamento. Primeira vez que vi vendedoras velhinhas. Velhinhas mesmo, cabeça branquinha, tipo bisavó. E um silêncio enorme na loja.  E eu disse pra Sandra:
- Dou conta de um lugar assim não. Tenho certeza que se eu der um espirro aqui, até quem tá no sexto andar vai dizer baixinho: saúde! Eita saudade de Roberto Carlos esguelando na seção de discos!
Primeira vez que não ouvi buzina na rua foi também em Copenhage.


Luxemburgo, connheço e gostei. Tudo limpim, calmim, silencioso.


Suécia nunca fui.


                                                                          Cingapura
Só penso no Eduardo Dusek quando ouço esse nome. Conheçe a música? Adoro! Mas não conheço o país.


                                                                               Suiça
Quer país calmo, tudo funcionando direitinho, sem vida noturna, sem uma alma na rua depois de 9 da noite e que no domingo parece ser é proibido sair de casa? Vá pra Suiça. Você não vê ninguem. Mas gosto mesmo assim, principalmente porque visito minha querida amiga TT. Genebra você conheçe em 3 dias. Se for com calma...rs.O interior é lindíssimo, as montanhas, riachos, vaquinhas com sineta no pescoço, quiném em folhinha.  Verão e inverno, pode ir. Beleza igual.  Cada um mais lindo do que o outro. Pra quem gosta de caminhada, sobe e desce morro, vai amar.


http://fr.voyage.yahoo.com/p-promotions-3361034

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Que seja Infinita enquanto dure...amor à primeira vista


Antes de mais nada, o que me chama a  atenção em uma casa é o atendimento. Quiném a primeira impressão é a que fica, ser bem atendido, marca, agrada, faz a gente voltar.
Na padaria e confeitaria Infinita foi assim. Fui com a intenção de fotografar pra te mostrar. Claro, se a gerência me permitisse. E, não só permitiu, como me acompanhou, indicou, esclareceu dúvidas minhas, me fez provar produtos. Dos atendentes ao gerente, nota 10.


As instalações são bonitas sem ostentação. Pra mim, muito ti-ti-ti espanta uma boa parte de comprador. Assusta, encarece aos olhos. A Infinita tinha tanta coisa pra eu conhecer, que voltei sem conhecer o café e restaurante ao lado. E acabei me esquecendo de comprar um bolo de fubá que tava me chamando. Fica pra próxima.


Estes biscoitos temperados com ervas são um pecado. A gente só pára de comer quando acaba.


Os pães da esquerda são de canela. Perfumaram o meu carrinho o tempo todo. E já provei. Deliciosos.


Quer levar sanduiches já prontinhos pra comer em casa ou no trabalho? Tem. E cada um com um a cara melhor que o outro. Além de tudo, todos tem sempre a marca do carinho de quem fez.


Comprei de quase todos os pães pra experimentar. Os cheios de grãos que são minha paixão, os integrais, panhoca, foccacia, com castanha, alecrim,  linhaça, bagel (outra paixão), vários.


Tá tudo lá prontinho e gostoso pra você levar pra casa. Este gengibre em conserva quero provar da próxima vez que for lá.


Bateu uma saudade dos queijinhos lá de fora?  Brie...hummm. Adoro!
Passe lá.


Há muitos anos atrás quando ouvi falar pela primeira vez sobre esta história de lactose, juro que achei pura frescura. Que nada! Hoje eu sei, que muita gente sofreu com esta intolerância e nunca soube porque. E ainda tem gente desinformada que sofre. Precisa ser mais difundido o assunto.


Também não deu tempo de provar as pastinhas. Mas que a cara tava boa, lá isso tava!


Agora, a melhor parte pra grande maioria das pessoas. Doces, chocolates, tortas. Nem precisa de apresentação. As fotos dizem tudo.


Mais uma vez vi carinho, capricho, profissionalismo. Gente que sabe, é que tá fazendo.


Agora, já pulando aqui pra casa, pra te mostrar como eu faço com o mundo de pão que compro. Perco um tempinho, mas vale a pena. Já fatio tudo e coloco nos saquinhos plásticos no freezer. Deu vontade de comer? Só uns minutinhos no forninho e tenho um pão como se tivesse acabado de sair do fornão. Eu, e meus amigos. Cliente é o que não falta!




                               E olhe meu freezer prontinho esperando a turma sentir fome.

A Infinita, fica em Belo Horizonte-MG, na Ceará, 1.118 esquina com Aimorés.  Tel.: 31-2531 3888 Pertinho da minha casa. Quem sabe um dia não vamos ser vizinhos mesmo! De quarteirão...rs.

NATAL 2025 DE NOSSA PREMAMETTASCHOOL

Como estou sem computador, as postagens nao ficam boas.  Postei com celular mesmo, só pra dividir com todos minha alegria e o grande resulta...