segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Você saca de queijos? Pouquinho? Lá vão algumas dicas

Eu sou doidinha com queijos. Lá vão alguns que são encontrados aqui na terrinha e que eu amo. Dica de queijos....rs.

Os mais consumidos no Brasil.
Asiago
Queijo italiano com textura aerada e casca acetina quando jovem, o asiago tem duas variações: o pressato e o d´Allevo. O primeiro é elaborado com leite integral e curado por 20 a 30 dias, que resulta num queijo com gosto adocicado. Já o outro, passa por um lento processo de maturação. Depois de dois anos em maturação, adquire um sabor mais forte.
Azeitão

Queijo de origem portuguesa pequeno e cremoso, com alto teor de umidade, produzido com leite de ovelha.
É um queijo de pasta mole, com alguns olhos, de cor amarelo-ráfia, muito «amanteigado», de sabor e aroma semelhante ao queijo da Serra, embora seja um pouco mais ácido (característico).


Blue
Tipo de queijo de massa meio dura, de maturação por fungos.
Fabricado, geralmente, com leite homogeneizado. São queijos de bolores azuis. Cremosos ou esfarelados, de sabor picante e aroma forte.
Entre as variedades as mais populares são o Roquefort, Gorgonzola, azul de Maytag e Stilton.

Brie - um dos meus favoritos
De origem francesa, o queijo Brie é fabricado no Brasil, com a mesma tecnologia do queijo Camembert, ficando as diferenças mais por conta do formato do que das propriedades organolépticas.
É um queijo de massa macia e quebradiça, maturado externamente por Penicillium Candidun, que lhe confere sua característica casca branca aveludada. Por isso também é conhecido como queijo de mofo branco.
Em geral, produzidos em processos manuais, a partir de pequenas quantidades de leite, apresentam-se normalmente em forma de triângulos ou em formas cilíndricas de 1 Kilo.
O ponto ideal para ser consumido apresenta-se entre 25 e 40 dias após sua fabricação. Com essa maturação terá adquirido sua massa cremosa e seu característico sabor. Consumidores que preferem um queijo mais forte, devem esperar até 60 dias de maturação, quando a camada de mofo branco se torna mais rala, a casca adquire tons avermelhados e o odor amociacal intenso, indica um queijo supermaturado. ( eu prefiro ele novinho. Deixo fora da geladeira uma meia hora antes de comer...ele fica bom demais! )
Destinam-se a consumo puro, em tábuas de queijos ou saladas ou podem ser usados em versões culinárias quentes. Servem também como sobremesa, acompanhado de pera. ( já dei a dica aqui no blog )

Bleu Vercors
Queijo francês . Fabricado com leite de vaca, sabor leve, aroma de amêndoas. Pasta semi-mole....hummm...
Cheddar

O queijo Cheddar é originário da Inglaterra, muito popular em países de língua inglesa como Estados Unidos, Canadá e Austrália. No Brasil é mais encontrado sob a forma de queijo processado fundido (feito a partir de queijo cheddar).
O tradicional é duro, prensado, tem formato de tambor, com cerca de 28 kg e é amarrado com uma bandagem para garantir casca boa e dura, de cor marrom acinzentada. Seu interior é amarelo-ouro, que escurece de acordo com o envelhecimento do queijo. O sabor começa suave, com toque de nozes, geralmente com leve traço de sal. Sofre maturação de 6 a 18 meses. Quando envelhece, o sabor de nozes fica mais forte e ganha uma picante acidez. Feito de leite de vaca, contém cerca de 48% de gordura.
Tem típica coloração amarelo alaranjado, consistência fina, quase pastosa quando prensado entre os dedos e sabor ligeiramente ácido ou cítrico. Quando usado para o processamento de queijo fundido (transformado depois em fatias por ex.), deve ter maturação mínima de 2 meses. Como queijo para consumo, sua maturação deve ser de 4 meses.
No Brasil são mais encontradas as versões de queijo processado sabor cheddar, em fatias prontas para uso.
Outra versão do queijo cheddar comercializada no Brasil é o queijo Colby.
Destinam-se a consumo puro, ou quando processados, usam-se em sanduiches quentes, em hamburger ou bife, graças a seu sabor e derretimento fácil.


Cottage - este é o que mais consumo.
O queijo Cottage é um queijo muito popular nos Estados Unidos e recentemente sua oferta e consumo vêm aumentando no Brasil.
Consiste basicamente em grãos da coalhada, imersos em uma mistura de creme e sal. Seu sabor é ligeiramente ácido e salgado. Em geral são apresentados em potes plásticos sanitizados e duram de 2 a 3 semanas sob refrigeração.
Destinam-se a consumo puro ou acompanhando frutas e saladas, aqui são indicados em dietas de baixas calorias.

Cream Cheese
O Cream cheese é um dos queijos mais populares nos Estados Unidos e vem tendo penetração crescente no mercado brasileiro.
Trata-se de um queijo untuoso mas firme, espalhável, com alto teor de creme de leite que se obtem da centrifugação da coalhada. Pode ser natural ou adicionado de sabores.
É usado em sanduíches, em patês ou como ingrediente para o cheese cake.
Edan

Trata-se de um queijo de massa semidura, holandês, produzido em várias regiões a partir de leite de vaca gordo ou semidesnatado, com formato esférico (prensado na forma de uma bola) e peso médio de 1,5 kg.
A casca é pouco percebida, coberta com uma cera vermelha. O ideal é consumir o edam jovem quando sua textura é ainda flexível (evite os queijos borrachudos). O sabor adocicado e suave lembra nozes. O edam revestido com cera preta significa que foi maturado por pelo menos 17 semanas.

Emmental
Produzido com leite de vaca, pasta cozida e prensada, sabor suave, levemente adocicado, massa com buracos, casca escovada e dura.
Pertence ao grupo que no Brasil genericamente chamamos de queijos suiços. Os queijos Emental mais comuns pesam ao redor de 70 kilos podendo pesar até 130 Kilos. É um queijo semi duro, de longa maturação de sabor ligeiramente adocicado e frutado, com grandes e numerosas olhaduras, uniformes e brilhantes.
Hoje já são encontrados emental de 12 kg e até de 1,5 kg, através de avanços nos processos produtivos. São denominados baby emental.
Destinam-se a consumo puro, em sanduíches, tábuas de queijo e gratinados. É o queijo ideal para a preparação da Fondue, prato típico suiço em que o queijo derrete em fogo lento misturado com vinho e é apreciado acompanhado de pão italiano que deve ser mergulhado no delicioso queijo derretido.
Estepe

Originário das estepes russas, este queijo é fabricado a partir do leite de vaca. Apresenta uma textura semi-dura e massa semi-cozida, de cor amarelo-palha, com sabor frutado ligeiramente doce. Geralmente é consumido puro ou em molhos 4 queijos. Por ter uma textura fatiável, serve para compor sanduíches e aperitivos.

Feta
De origem grega, é tradicionalmente feito apenas de leite cru de ovelha (mas pode ser feito de leite de cabra ou uma mistura dos dois). Nas versões industrializadas, se utiliza o leite de vaca pasteurizado. Apresenta textura firme, macia e esfarelada e sabor acentuado. Este, como com aquela salada grega que já ensinei aqui também. Delícia!

Fundidos

Os queijos Fundidos surgiram dos esforços que alemães e suiços fizeram para encontrar uma forma de exportar queijos para países de clima quente.
Em 1911, a empresa suiça Gerber encontrou a solução, aquecendo queijos emental e gruyére com citrato de sódio, composto que facilita a fusão. Nasceram assim, os queijos fundidos.
Os queijos fundidos são uma mistura balanceada de diversos tipos de queijos, adicionados ou não de água, manteiga, ou creme, além de saborizantes que permitem que sejam oferecidos em várias versões.
No Brasil, os queijos fundidos usam estepe ou cheddar como base e que propiciam uma variedade de produtos que dispensam refrigeração.
Em geral há dois tipos de queijos fundidos: queijos fundidos em blocos e queijos fundidos cremosos. São comercializados em fatias, porções, em copos (quando espalháveis) ou em versões pré-preradas para fondue.



Gorgonzola

O queijo Gorgonzola é de origem italiana e caracteriza-se por maturação com Penicillium roqueforti, que confere aos queijos seus veios azulados.
Por isso, faz parte da família dos queijos Azuis ou queijos de mofo azul.
Os gorgonzolas brasileiros em geral são cilíndricos e pesam ao redor de 3 Kilos. São apresentadas também versões já fracionadas.
Apresentam massa úmida com veios azuis esverdeados, textura macia, um pouco pastosa e quebradiça. Têm sabor pronunciado e característico, ligeiramente salgado.
Seu ponto ideal de maturação é ao redor de 45 dias após a fabricação, quando já perdeu um certo sabor amargo típico do início da maturação.
Destinam-se a consumo puro, em tábuas de queijos, como aperitivo ou em aplicações culunárias, como molhos ou recheios.



Gouda

Massa firme e prensada, textura lisa com pequenos buracos, sabor de avelã.
O queijo Gouda, conhecido mundialmente, é de origem holandesa.
No Brasil é um queijo produzido de forma similar ao queijo prato, mas tem caractrísticas típicas como massa mais untuosa, sabor suave ligeiramente adocicado, textura macia e casca fina. Pode ter olhaduras ou ser de massa fechada.
Em geral têm formato cilíndrico e pesam de 2 a 3 kilos.
Seu acabamento pode ser em solucão de magenta ou parafinado.
Crottin de Chavignol
De origem francesa, produzido a partir do leite cru da cabra de raça alpina.
Deve ser consumido fresco. Paladar amendoado, acentuado, porém não picante, e pasta quebradiça. Apresenta-se normalmente coberto de ervas.



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domingo, 24 de outubro de 2010

Toma lá dá cá! Em tempos de eleição...bom pra pensar


Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que ele nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira.

Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e 'justo'.
O professor então disse: "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas."
Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas'. Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um "A"...

Depois que a média das primeiras provas foi tirada, todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também seaproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um resultado, a segunda média das provas foi "D".
Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um "F".
As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala.
Portanto, todos os alunos repetiram o ano... para sua total surpresa.

O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes.
Preguiça e mágoas foi seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.
"Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável."
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém”.
"Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."

Adrian Rogers, 1931

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sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Os caminhos por onde andei, hoje falando de livros


A minha cabeça anda muito mais rápida do que os meus dedos. Acontece isso com você também?
Comecei a escrever sobre um assunto, desviei tanto, e me vieram tantos outros na ideia, que ele se transformou em quatro posts. Pode? Então, lá vai o primeiro.



Vou falar sobre dois livros que são uma paixão e um vício em minha vida. Vivo lendo e relendo os dois. Não posso ir até a estante de livros procurar alguma coisa, que trombando com eles, pego e leio de novo. Compulsão das brabas.

Eu digo que gostei de um livro, quando termino de ler e ele tá todo escrito, rabiscado, palpitado.  Sempre que leio,  numa mão tá o livro, na outra uma caneta. E pode pensar que sou louca de pedra, mas, quando empresto, peço pra quem pegou escrever e riscar também. Quero ver o que a pessoa viu, que eu não vi. Nem sempre as pessoas riscam, e algumas já me disseram:
- Não consigo!
Deve ser trauma de infância...rs. Fomos educados pra não "estragar". Mas eu penso, que livro só funciona assim. Pelo menos pra mim.

Quem leu O Perfume, do Patrick Süskind, sabe do que eu to falando. Já lí não sei quantas vezes, e falando agora sobre ele, já tirei da estante e vou reler mais uma vez. Amo este livro.
O autor conta uma história passada no século XVIII, na França. Começando por Paris, depois viajando pelo interior. Pode ler, que você vai adorar.
O que mais me impressiona na imaginação de um escritor, é o danado falar sobre um século ou um tempo que ele não viveu, sobre um lugar onde também jamais esteve. O Patrick é alemão. Quando escreveu o livro não conhecia a França ainda, e era bem jovem.
Esse louco tem a capacidade de descrever com detalhes, ruas, pessoas, lugares, que é de enlouquecer. E, você lendo o livro, já vai fazer um  tour por Paris. Cidade antiga tem destas vantagens. Não mudou muito de lá pra cá.
Tô indo pra Israel agora, e uma amiga que iria junto e não vai mais poder ir, tava desconsolada, então eu repeti o que digo sempre. A vantagem de visitar lugar antigo é essa. Quando você puder ir, vai estar mais velho ainda...rs.

Quem não leu, não pode deixar de ler também,  Toda Vida Pela Frente, do Romain Gary ( usando o pseudônimo de Émile Ajar ). Minha paixão por este livro é tanta, que li o original em francês e comprei em português, (tão bom quanto!) pra emprestar pros amigos.
Pra não pensar que tô enganando você, escrevi isso aqui, na época que comprei o livro em português na Livraria Cultura, e tá lá no site deles até hoje:

"Opinião do Leitor:
Ieda Dias / Data: 20/12/2000
Conceito do leitor:
(opine)
Uma belíssima estoria de amor
Emile Ajar, pseudônimo de Romain Gary escritor naturalizado francês foi quem escreveu essa linda estoria de amor carinho e amizade, de uma prostituta judia por um garoto árabe também filho de prostituta.
Ganhador do premio Goncourt ( maior premio francês de literatura), Romain Gary resolveu escrever sob pseudônimo, achando que as pessoas estavam comprando seus livros somente pelo seu nome já consagrado, antes mesmo de saber nada sobre o livro.
O premio Goncourt só e dado uma única vez a cada escritor. Com seu primeiro livro escrito como Emile Ajar, Romain ganhou o premio Goncourt.
E uma estoria que nos emociona, faz rir, chorar e enlouquecer de paixão.
Descobrir quem era esse escritor tao talentoso de quem nunca ninguém havia ouvido falar.... isso já e outra estoria. Outro livro. "

Dele já li e indico também:
L'Éducation européenne (1945)
Les racines du ciel (1958, filmado com The Roots of Heaven, 1958)
Au-delà de cette limite votre ticket n'est plus valable (1975)
Gros calin (1974)    - Segundo livro dele que mais amo.

Não sei onde estava no mundo quando escrevi isso, porque não tem acento nas palavras. Enfim. Não coloquei agora, pra não modificar o que já tá feito há muito tempo.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Patrick_S%C3%BCskind

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quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Horta da Luzia e Millôr, na dobradinha...


- Passa uma moça bonita, super gostosa na calçada. Tres rapazes param pra vê-la passar e um deles diz pro amigo: não adianta cê olhar, cê não aguenta!
- A comunidade tá de parabem pra ver Os Alta Horas! - morador da comunidade de Ramos na festa do Altas no piscinão de Ramos.
- Faço desaiguini de sombrancelha. - outra moradora na mesma festa falando sobre sua profissão.
- No limite da inresponsabilidade.  - candidata Dilmanta no debate na Band
-Eu comprimento a Rede Bandeirante. - a mesma candidata no mesmo debate
- Esta receita é duro e queda! - ouvi essa semana. Amei.
- É uma impricânça que esse povo tem comigo! - ouvido essa semana.
- As coisas com ela é vup-vap!
- Os pedrero não tem cuidado. Ranha o chão todo!




- Democracia tem hora. Vocês já imaginaram o terror que seria uma viagem aérea em que o piloto fosse eleito pelo nosso Congresso? Millôr
- Quando chegar a hora dos humildes herdarem o Reino dos Céus, o imposto de renda vai ficar com mais da metade. Millôr
- Na China tiveram esse trabalhão todo só pra destruir a Camarilha dos Quatro. Imaginem no Brasil! Millôr

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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Levando a criançada ao cinema. Uma deliciosa maratona!


Ontem, fui com uma sobrinha querida assistir,  Comer, rezar, amar. Fã de carteirinha da Júlia, amei o filme. Já tinha lido o livro, e, como quero ir no final do ano que vem , passar uns tempos num ashan, gostei mais ainda.
Mas, não é sobre este filme, que quero falar.
A gente chegou um tico atrasadas, e ficamos esperando a próxima seção pra ver o principinho do filme, e, por conta disso me lembrei de um caso ótimo.

Quando as sobrinhas eram pequenas, eu tava sempre levando ao teatro, cinema, parque, aniversários, qualquer lugar. Levava as 4 e mais os agregados. Vizinhos, amigos, filhos de não sei quem.
Boravamo.
Quando a gente é mais nova, tem menos medo, a responsa é grande mas não somos tão encucados. Não sei se hoje sairia com um bando de embondos como já saí outrora! Se bem, que muita coisa mudou neste período. Pra pior, no quesito segurança. Enfim. Não é nada disso também. Eitia eu que falo demais!

Numa dessas seções de ida ao cinema, saindo de casa com o bando, esbaforida, atrasadas pra variar, chegamos e Os Trapalhões já tavam a pleno vapor, fazendo a negada rir. Nos acomodamos, todo mundo naquele frenesi danado, e, imediatamente já se enfiaram na história e se juntaram a turma da sala no mesmo riso solto e alegre, que os 4 proporcionaram a meninada e aos adultos, por muitos e muitos anos seguidos.

Terminando o filme, nem bem acenderam-se as luzes e todo mundo já tava de pé se preparando pra sair e pro próximo evento, que era comer. Alguns assistiam ao filme de pé, tamanha a exitação, sendo motivo de gritos e pipocadas na cabeça, pela turma de trás.

Eu, muito ingenuamente, viro pro povo e pergunto:
- Vocês não querem ficar pra ver o princípio do filme?
No que escuto em uníssono:
- Que princípio?
Foi a primeira e última vez que fiz essa pergunta, sem sentido algum pra uma criança.

Bom demais, né não? Quem convive ou já conviveu com os pequenos, sabe do que tô falando. Seja na TV ou  no cinema, pra criança, o filme começou, na hora que ele chegou. Ou ligou o aparelho.
Simples assim.
Ô inveja!!!

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terça-feira, 19 de outubro de 2010

Detesto ser abordada por estranhos.

Se tem uma coisa que é um grande problema pra mim, são aquelas pessoas, que do nada falam comigo em uma fila de banco, dentro da farmácia, no supermercado...acho que vou ter que levar isso pra terapia. Não sei porque isso me irrita tanto! Logo eu, que sou uma falante, tagarela, adoro pessoas...
Hoje, aconteceu de novo.
Primeiro, nem se tivesse escrito na minha testa ou nas costas, "Informação" ou " Posso ajudá-lo?" eu não seria tão solicitada.
Num supermercado por exemplo, lojas, não tem aquele povo com camiseta escrito " Posso ajudá-lo?"  Se eu estiver perto, ou passando, é pra mim que vão perguntar.
Estava hoje numa farmácia de manipulação, esperando minha vez de ser atendida, e sem menos nem mais, uma senhora começou a falar comigo:
- .... eu esqueci a receita. Mas, eles já me conhecem. Nem preciso de trazer. Mas eu gosto. Sempre trago. Apesar de ser um medicamento natural, sabe? Nada que precise de receita. As vêzes, a fulana ( atendente da farmácia) me liga. Eu atendo e tá lá XYXW o nome. Fico pensando. O que é isso? Ah! É da farmácia. Atendo e ela diz:
- Dona fulana, não vem fazer o medicamento?
E como começou, me deixou sozinha e foi entrar na conversa de outra pessoa, dando palpites sobre uma bala pra garganta.
Com a mesma cara de caneca que ela me deixou, eu fiquei.
Ela voltou!!! Puta que o pariu! Ninguem merece!
Então eu falo pra mim. Meu mantra sendo repetido à exaustão:
- Calma! Calma! Tenha paciência! O que adianta querer assassinar essa pessoa. Sorria. Finge que tá interessada. Ela é só precisa de conversar.
Mas, o lado capeta truca no ato:
- Que saco! Por  que eu? Vai pro inferno com sua conversa.
E ela continuou a conversa como se não tivesse interrompido e eu super interessada:
- Eu sempre compro nessa farmácia. E não preciso de receita. O remédio é fraquinho, mas muito bom...
 E daí pra frente, sem olhar pra ela, porque se olho, ela é capaz de me seguir até minha casa, consigo só saber que ela continua falando. Não sei mais o que. Fecho o ouvido. Como diz um amigo, "tampo as ouça" e fim.
E não é que quando ela tá saindo, se despede de todo mundo, de mim inclusive, como se eu fosse uma amiga, e a tivesse recebido muito bem. Não olhei pra ela e nem abri a boca. Esboçar sorriso? Nem de longe! Ficou doido?

Por favor, alguem aí tem esse tipo de encontro na rua? Fica puto? Respondam sim, por favor, porque senão já marco consulta com o psiquiatra pra amanhã, primeiro horário.

A coisa é tão sem lógica, reconheço, que nem eu mesma entendo esta minha reação. Por exemplo, se uma pessoa me pede informação na rua, ( o que é uma constante)  tenho o maior prazer em informar. Chego a andar 1 quarteirão pra mostrar um caminho certo.
Pode entender isso?

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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Vai pra Londres? Olhe que passeio legal!

Foi reaberta ao público, uma das primeiras estações de metrô de Londres que serviram de abrigo antiaéreo para a população britânica durante os bombardeios alemães da Segunda Guerra Mundial. O evento faz parte das comemorações dos 70 anos da resistência britânica à ofensiva alemã.
Na estação de metrô de Aldwych, fechada desde 1994, atores profissionais estão vestidos com trajes da época, lembrando os anos de 1940 e 1941. O objetivo é recriar o ambiente vivido por milhares de britânicos que se refugiaram das "Blitz", os bombardeios alemães, durante a Segunda Guerra Mundial.
Na noite do dia 6 de setembro de 1940, a Luftwaffe lançou as primeiras bombas sobre a capital britânica. Foram 57 dias consecutivos de bombardeios, durante o dia e a noite. Na época, as estações de metro foram transformadas em abrigos antiaéreos.
Os bombardeios alemães atingiram também, entre outras, as cidades de Coventry, Birmingham, Southampton, Liverpool, Bristol, Manchester, Sheffield, Porthsmouth, escolhidas por terem importância industrial.
No total, cerca de 1000 aviões da força aérea nazista atravessaram o mar do Norte para bombardear a capital inglesa, sem fazer distinção entre alvos civis e militares.
Se em terra a população se refugiava nas estações de metrô, no céu a Royal Air Force, a Força Aérea Real, defendia os britânicos, enfrentando os aviões alemães. Daí a famosa frase do então primeiro-ministro Winston Churchill, que disse: "Nunca tantos deveram tanto a tão poucos".
Apesar do forte bombardeio, a família real nunca deixou Londres. Em 1941, a rainha Elisabeth, mãe da atual rainha Elizabeth II, declarou: "As crianças não podem ir embora, se eu não for com elas. Eu não posso ir, se o rei não for. E o rei não abandonará o país, aconteça o que acontecer".


Os guias usarão trajes de época para contar a história das pessoas que se refugiavam dos bombardeios nas estações de metrô londrinas

A estação Aldwych de metrô em Londres foi reformada para receber tour que relembra os 70 anos do bombardeio alemão na Segunda Guerra Mundial (1939-1945)


O ator vestido com trajes de época guiam os visitantes pela estação


Os guias caracterizados “dormem” na estação, fato que era comum, pois era preciso esperar o ataque passar para voltar para casa


A estação foi reformada para recriar o clima da época


A estação estava fechada desde 1994 e foi reaberta no dia 24 de setembro

A estação e os vagões do metrô foram restaurados fielmente para reproduzir o período de guerra

João Alencar, colaboração para a RFI.
Exposição/Londres - 
Artigo publicado em 24 de Setembro de 2010
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domingo, 17 de outubro de 2010

Casinho rápido, que eu adoro!

Segundo psicólogos, terapeutas, pediatras, pedagogos e outros entendedores do ser humano, a gente desenvolve tudo que tem que desenvolver, no que diz respeito à personalidade, até os 4 anos de idade.
E eu acredito que possa ser verdade.
O pequetito que cuidei dele desde que nasceu, em Paris, assimilou muito do meu jeito alegre e gaiato de ser. Não sou só eu que digo isso.
Ele é engraçado, espirituoso, gozador. Já contei aqui casos dele e dá pra você perceber o espírito que virou o jovem gatinho, que tá hoje com 21 aninhos, morando em NY e estudando cinema. Vou me encontrar agora com ele e já imagino o tanto que a gente vai rir juntos.
Cada hora me lembro de alguma coisa engraçada.

Há uns anos, estava em NY procurando trabalho, e dei o telefone da família francesa, pra americana se informar sobre a minha pessoa...rs.
Quando ela me contratou e comecei a trabalhar, me contou que ligou pra lá, e quem atendeu foi o garoto. Os pais não estavam e ele perguntou se podia ajudar.
Ela disse:
- Queria saber informações sobre a Iêda, porque estou querendo contratá-la pra tomar conta da minha filhinha de 4 meses. Você a conhece?
E ele seríssimo.
- Conheço sim, ela cuidou de mim.
Ela.
- E?
Ele.
- Tô vivo.



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sábado, 16 de outubro de 2010

Marc Lavoine & Souad Massi - Paris...música boa demais!



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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Sexta com poesia. Saudades do Paulinho Pedra Azul



Procuro-me

Procura-se um grande amor.
Paga-se com carência,
desilusão e dor.
Passadas essas fases,
paga-se com bondade,
amor e comunhão.
Preparado o coração,
encontro forças
para reverter o quadro.
Será pintado com cores claras
e preenchidas de paixão.
Procura-se um grande amor.
Que saiba bordar toalhas de mesa
e cobrir de beijos
um coração machucado.

Ai, não dá vontade de dar colinho pruma pessoa assim?

Do livro - Dois Mundos, de Paulinho Pedra Azul

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NATAL 2025 DE NOSSA PREMAMETTASCHOOL

Como estou sem computador, as postagens nao ficam boas.  Postei com celular mesmo, só pra dividir com todos minha alegria e o grande resulta...