Principalmente em Alfândega/Imigração.
Se você chega dizendo "bom dia, boa noite, como vai" na língua do país, o funcionário entende que você fala ingles ou alemão ou frances, não importa. Aí ele pergunta: "o que veio fazer aqui? onde vai ficar? vai ficar quanto tempo?" Nessa hora você já se perdeu, não entende, e vai dizer que não fala inglês ou alemão, etc. Pro funcionário você tá mentindo, já tá dando nó cego. Como começou tão bem e de repente esqueceu a língua?
Entendeu? Esse é o raciocínio deles. Daí pra frente vai encher o seu saco e pode até não deixar você entrar no país.
Então você deve chegar falando português. Se ele quiser falar com você e não entender português, é problema dele sair e achar alguém pra traduzir. Não seu. O fato de estar indo passear na terra dele não quer dizer que sabe a língua e nem é obrigado a saber.
Depois que entrou na terra, aí é outra coisa. Tá passeando, fazendo compras, pegando um táxi, pedindo informação? É simpático e será sempre mais bem recebido se tentar se comunicar na língua do lugar.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Da série - Você é brasileiro? Não? Que pena!
sábado, 26 de setembro de 2009
Boa notícia pros medrosos
Viajamos em fevereiro deste ano 5 amigas prá Índia e Nepal. 2 brasileiras, 2 francesas, e 1 brasileira que mora em NY há mil anos. Portanto já pegou as neuras dos americanos, que acham que o mundo os contamina.
As francesas levaram vários remédios. Prá ir ao banheiro, prá deixar de ir, prá dormir, acordar, dores, mosquitos, dor de estomago, o diabo a quatro. A americana, estes e mais alguns antibióticos. Juliana levou os que a acompanham sempre. Eu nada, porque já conhecia o caminho e nunca tive esse tipo de problema em viagem.
Resultado. Felizmente todos os medicamentos voltaram intocados, intactos.
A Índia é limpinha, sem problemas com água, esgoto e saneamento em geral? Claro que não! E o Nepal? Idem. O que acontece é que lá como aqui, a gente precisa tomar cuidado sempre que pode, e o resto fica por conta do astral, da alegria e da vontade de ser feliz, que parece não combinar com bactérias.
As francesas levaram vários remédios. Prá ir ao banheiro, prá deixar de ir, prá dormir, acordar, dores, mosquitos, dor de estomago, o diabo a quatro. A americana, estes e mais alguns antibióticos. Juliana levou os que a acompanham sempre. Eu nada, porque já conhecia o caminho e nunca tive esse tipo de problema em viagem.
Resultado. Felizmente todos os medicamentos voltaram intocados, intactos.
A Índia é limpinha, sem problemas com água, esgoto e saneamento em geral? Claro que não! E o Nepal? Idem. O que acontece é que lá como aqui, a gente precisa tomar cuidado sempre que pode, e o resto fica por conta do astral, da alegria e da vontade de ser feliz, que parece não combinar com bactérias.
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