domingo, 29 de agosto de 2010
Os bons tempos do "Roda de novo na Roda"
Com o Roda-Viva, a TV Cultura - dentro de sua orientação para o jornalismo público - oferece aos telespectadores, desde 1986, um dos mais importantes programas de entrevistas da televisão brasileira.
O entrevistado, será Eike Batista, com a apresentação de Marilia Gabriela, e, um dos entrevistadores, é o meu querido amigo, o jornalista Augusto Nunes.
Imperdível!
O e-mail da produção é rodaviva@tvcultura.com.br. O site oficial fica em http://www.tvcultura.com.br/rodaviva/, e o telefone é (11) 36771310.
sábado, 28 de agosto de 2010
Saudades do Iraque...quem diria!
Estas fotos me fazem lembrar, meus tempos morando em acampamento no Iraque. Era assim? Os refeitórios eram assim? Tinha esse monte de opções e de coisas boas pra comer? Claro que não! Evidente que não! A empresa era brasileira.Tínhamos refeitório legal e comíamos tudo do melhor, na medida do possível (já contei sobre isso aqui). Às vezes, passávamos semanas sem comer nenhum legume ou verdura fresca; era um tal de ervilha, palmito e azeitona, que não era fácil. Mas, a culpa, era da própria dificuldade em tempos de guerra - contra o Irã - com portos fechados. Então, não tinha como chegar até a gente um monte de coisa. E me lembrei também de mais um empecilho : o comércio paralelo; acontecia muito de caminhão sair de algum lugar com frutas, legumes e chegar no acampamento com quase nada da carga. Era vendida pelo caminho pros nativos. Graninha fácil, feita pelos motoristas.
Já com os EUA a coisa foi diferente. Eles mesmos é que devem transportar o que consomem. Imagino eu.
De qualquer forma, tenho certeza absoluta que, a grande maioria destes soldados, vai sentir muita falta destes refeitórios. Ninguém tem em casa, uma infinidade de opções no dia-a-dia. Nem em dia algum.
Eu, que já trabalhei durante muitos anos em cozinha industrial, sei muito bem o quanto custa a montagem de uma cozinha assim. Coisa de primeira linha. Levaram tudo dos EUA. Nada do que você vê nessa foto, foi comprado no Iraque. Pode ter certeza. Até a mão-de-obra foi importada. Viram as carinhas do povo?
Chineses, indianos, egípcios.
Até a Coca-Cola entrou. No nosso tempo só tinha Pepsi.
A única coisa que identifico, como criação iraquiana, é a decoração. Bem ao gosto deles.
Guerrinha cara essa ! Só por curiosidade, entre em um site qualquer e veja quanto custa um balcão deste de saladas. Vai se assustar.

Guerra realmente é um bom negócio pra muita gente; é muito neguinho que arruma a vida com ela, por isso, a grande dificuldade em dar fim a um estorvo desse. Ninguém quer deixar de ganhar. É o famoso "nego quebra a dentadura, mas não larga a rapadura."


Guerra realmente é um bom negócio pra muita gente; é muito neguinho que arruma a vida com ela, por isso, a grande dificuldade em dar fim a um estorvo desse. Ninguém quer deixar de ganhar. É o famoso "nego quebra a dentadura, mas não larga a rapadura."Estão nem aí pras pessoas que tão perdendo tudo que tem; inclusive a vida.
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