Até eu, que sou mais boba, queria um gato desses, "que me fala de amor, como quem fala de carros..."
sábado, 2 de outubro de 2010
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Está me convidando? Aceito sim, obrigada. Com todo prazer!
Você sabe o que quer dizer pinto no lixo?
Abelha no mel?
Formiga em tampa de geléia?
Mosquitinho em lata de açúcar?
Pois é. Sou eu, com queijos e frutas. Ixi!!! Adoro!
E não perco a oportunidade de aplicar amigos nesta delícia. Lembrei desta dupla porque, semana passada, reunímos alguns amigos e fizemos uma mesa com quitutes - que é a palavra que, pra mim, chega mais perto pra entender que a coisa é uma delicia das delícias - (palavrinha que entrega a idade. Quem neste planeta ainda fala quitute?)
Ao primeiro que sugeri experimentar esta combinação, me olhou meio de rabo de olho e comeu pra me agradar. Não colocou a menor fé. E, depois disso, só via ele insistindo pra todos provarem. Virou um enxame de abelhas no mel. Bom demais!
Mas, enfim, mesa de lanche, comes e bebes, guloseimas (Essa também é phoda! Muito antiga. Tá ficando difícil escrever. Daqui a pouco, vou ficar há anos luz de algumas gerações mais recentes...rs.)
Então, experimente dar uma mordida em um queijo e em um pedaço de pêra ou uva, ao mesmo tempo. Pro meu paladar, são as duas frutas que mais combinam. Queijo brie é o melhor ou camembert. Mas, não tem? Queijo minas vai bem, prato, mussarela. Eu sou louca com queijos, então, como com qualquer um, menos o tipo "ricota" - ninguém merece, porque não tem gosto de nada. Por conta disso, agrada a todo paladar, como dizia meu pai.
E quer que sua mesa de belisquetes fique realmente dos deuses e quer me convidar pra comer? Faça essa cesta de frutas secas e grãos pra completar a festa.
Pra que sexo? ...he...he...he...
Esta sugestão é pra não ser chamada de xiita. (Vamos lá cambada carnívora!) Vai presunto, ou lombinho canadense, ou mortadela. É muito bom também.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Descobrindo o Marais, suas casas, jardins, ruelas e culinária
Hoje vou sugerir uma caminhada super legal pra você fazer em Paris.
Você vai sair do Halles, ao lado do Centro Georges Pompidou, na direção da estação de metrô Rambuteau, vai atravessar a rua Renard e pegar a rua du Rambuteau, em frente.Se gostar, já compre umas frutinhas pra ir comendo pelo caminho. Tem bancas com frutas novinhas nos passeios. Uma delícia !
Quando você atravessar a rua des Archives, a Rambuteau muda de nome e vira rua des Francs Bourgeois. À esquerda você já vê o prédio com os lindos jardins do Arquivo Nacional. Vale dar uma voltinha lá dentro.
Andando mais um pouco, à esquerda, se quiser você vai ao Museu Picasso, mas não é o objetivo do passeio de hoje. Não seja rebelde e continue em frente.
Hoje você vai ficar bisbilhotando os jardins, fachadas, portas e portões de prédios antigos, lindos, contruídos em cima de uma região pantanosa, que originou o nome do bairro - Marais ou marrecagem, brejo.
Os jardins do Museu Carnavalet também são lindos e fica neste caminho.
A partir do número 21, começam as lojinhas e os pequenos restaurantes - cada uma mais bonita que a outra - e a rua é estreitinha, que dá pra ficar pulando de um lado pro outro. Entrando na l'Occitane, Mac, Camper, onde compro sapatos que amo, Body Shop e logo você chega na rua de
Turenne.
Neste cruzamento de ruas, já dá pra ver no próximo quarteirão, os prédios da Place des Vosges.
A vista é uma beleza ! A amplidão da praça, com suas colunas e arcos e os vários cafés e restaurantes que circundam a praça, enchem os olhos. Faça um contorno na praça. Vale a pena ! Continuando reto, à esquerda vai ver, no primeiro andar, uma placa dizendo que alí morou Victor Hugo.
Observe quantas ruelas saem na praça bem no meio dos arcos.
Vale também entrar nos jardins da praça, ver as fontes, sentar um pouco e observar um dia na vida do francês : lendo sentadinho num banco, levando as crianças pra brincar ou só descansando.
Viu bem a praça ? Gostou? Agora é hora de comer um falafel - delícia judaica - na rua des Rosiers. Você vai voltar pela Francs-Bourgeois e virar à esquerda na Rue Malher, logo a direita já é a rua Rosiers.
Você está no coração do Marais, bairro antigo que já foi tradicional, virou bairro boêmio, conheceu um período de decadência e voltou à moda com força total, sendo hoje um dos bairros mais valorizados e democráticos de Paris. Várias tribos se misturam e convivem em harmonia por lá.
A partir daí, escontrará padarias deliciosas, restaurantes e os famosos sanduíches feitos pelos judeus do bairro.
Sente-se, como os nativos, em qualquer lugar, pra degustar as delícias da culinária do bairro.
Todas as fotos são de casas que existem. Vai ser fácil identificar cada uma. Adoro as fachadas em madeira, pintadas com cores fortes. O bairro é lindo!
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