terça-feira, 19 de outubro de 2010

Detesto ser abordada por estranhos.

Se tem uma coisa que é um grande problema pra mim, são aquelas pessoas, que do nada falam comigo em uma fila de banco, dentro da farmácia, no supermercado...acho que vou ter que levar isso pra terapia. Não sei porque isso me irrita tanto! Logo eu, que sou uma falante, tagarela, adoro pessoas...
Hoje, aconteceu de novo.
Primeiro, nem se tivesse escrito na minha testa ou nas costas, "Informação" ou " Posso ajudá-lo?" eu não seria tão solicitada.
Num supermercado por exemplo, lojas, não tem aquele povo com camiseta escrito " Posso ajudá-lo?"  Se eu estiver perto, ou passando, é pra mim que vão perguntar.
Estava hoje numa farmácia de manipulação, esperando minha vez de ser atendida, e sem menos nem mais, uma senhora começou a falar comigo:
- .... eu esqueci a receita. Mas, eles já me conhecem. Nem preciso de trazer. Mas eu gosto. Sempre trago. Apesar de ser um medicamento natural, sabe? Nada que precise de receita. As vêzes, a fulana ( atendente da farmácia) me liga. Eu atendo e tá lá XYXW o nome. Fico pensando. O que é isso? Ah! É da farmácia. Atendo e ela diz:
- Dona fulana, não vem fazer o medicamento?
E como começou, me deixou sozinha e foi entrar na conversa de outra pessoa, dando palpites sobre uma bala pra garganta.
Com a mesma cara de caneca que ela me deixou, eu fiquei.
Ela voltou!!! Puta que o pariu! Ninguem merece!
Então eu falo pra mim. Meu mantra sendo repetido à exaustão:
- Calma! Calma! Tenha paciência! O que adianta querer assassinar essa pessoa. Sorria. Finge que tá interessada. Ela é só precisa de conversar.
Mas, o lado capeta truca no ato:
- Que saco! Por  que eu? Vai pro inferno com sua conversa.
E ela continuou a conversa como se não tivesse interrompido e eu super interessada:
- Eu sempre compro nessa farmácia. E não preciso de receita. O remédio é fraquinho, mas muito bom...
 E daí pra frente, sem olhar pra ela, porque se olho, ela é capaz de me seguir até minha casa, consigo só saber que ela continua falando. Não sei mais o que. Fecho o ouvido. Como diz um amigo, "tampo as ouça" e fim.
E não é que quando ela tá saindo, se despede de todo mundo, de mim inclusive, como se eu fosse uma amiga, e a tivesse recebido muito bem. Não olhei pra ela e nem abri a boca. Esboçar sorriso? Nem de longe! Ficou doido?

Por favor, alguem aí tem esse tipo de encontro na rua? Fica puto? Respondam sim, por favor, porque senão já marco consulta com o psiquiatra pra amanhã, primeiro horário.

A coisa é tão sem lógica, reconheço, que nem eu mesma entendo esta minha reação. Por exemplo, se uma pessoa me pede informação na rua, ( o que é uma constante)  tenho o maior prazer em informar. Chego a andar 1 quarteirão pra mostrar um caminho certo.
Pode entender isso?

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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Vai pra Londres? Olhe que passeio legal!

Foi reaberta ao público, uma das primeiras estações de metrô de Londres que serviram de abrigo antiaéreo para a população britânica durante os bombardeios alemães da Segunda Guerra Mundial. O evento faz parte das comemorações dos 70 anos da resistência britânica à ofensiva alemã.
Na estação de metrô de Aldwych, fechada desde 1994, atores profissionais estão vestidos com trajes da época, lembrando os anos de 1940 e 1941. O objetivo é recriar o ambiente vivido por milhares de britânicos que se refugiaram das "Blitz", os bombardeios alemães, durante a Segunda Guerra Mundial.
Na noite do dia 6 de setembro de 1940, a Luftwaffe lançou as primeiras bombas sobre a capital britânica. Foram 57 dias consecutivos de bombardeios, durante o dia e a noite. Na época, as estações de metro foram transformadas em abrigos antiaéreos.
Os bombardeios alemães atingiram também, entre outras, as cidades de Coventry, Birmingham, Southampton, Liverpool, Bristol, Manchester, Sheffield, Porthsmouth, escolhidas por terem importância industrial.
No total, cerca de 1000 aviões da força aérea nazista atravessaram o mar do Norte para bombardear a capital inglesa, sem fazer distinção entre alvos civis e militares.
Se em terra a população se refugiava nas estações de metrô, no céu a Royal Air Force, a Força Aérea Real, defendia os britânicos, enfrentando os aviões alemães. Daí a famosa frase do então primeiro-ministro Winston Churchill, que disse: "Nunca tantos deveram tanto a tão poucos".
Apesar do forte bombardeio, a família real nunca deixou Londres. Em 1941, a rainha Elisabeth, mãe da atual rainha Elizabeth II, declarou: "As crianças não podem ir embora, se eu não for com elas. Eu não posso ir, se o rei não for. E o rei não abandonará o país, aconteça o que acontecer".


Os guias usarão trajes de época para contar a história das pessoas que se refugiavam dos bombardeios nas estações de metrô londrinas

A estação Aldwych de metrô em Londres foi reformada para receber tour que relembra os 70 anos do bombardeio alemão na Segunda Guerra Mundial (1939-1945)


O ator vestido com trajes de época guiam os visitantes pela estação


Os guias caracterizados “dormem” na estação, fato que era comum, pois era preciso esperar o ataque passar para voltar para casa


A estação foi reformada para recriar o clima da época


A estação estava fechada desde 1994 e foi reaberta no dia 24 de setembro

A estação e os vagões do metrô foram restaurados fielmente para reproduzir o período de guerra

João Alencar, colaboração para a RFI.
Exposição/Londres - 
Artigo publicado em 24 de Setembro de 2010
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domingo, 17 de outubro de 2010

Casinho rápido, que eu adoro!

Segundo psicólogos, terapeutas, pediatras, pedagogos e outros entendedores do ser humano, a gente desenvolve tudo que tem que desenvolver, no que diz respeito à personalidade, até os 4 anos de idade.
E eu acredito que possa ser verdade.
O pequetito que cuidei dele desde que nasceu, em Paris, assimilou muito do meu jeito alegre e gaiato de ser. Não sou só eu que digo isso.
Ele é engraçado, espirituoso, gozador. Já contei aqui casos dele e dá pra você perceber o espírito que virou o jovem gatinho, que tá hoje com 21 aninhos, morando em NY e estudando cinema. Vou me encontrar agora com ele e já imagino o tanto que a gente vai rir juntos.
Cada hora me lembro de alguma coisa engraçada.

Há uns anos, estava em NY procurando trabalho, e dei o telefone da família francesa, pra americana se informar sobre a minha pessoa...rs.
Quando ela me contratou e comecei a trabalhar, me contou que ligou pra lá, e quem atendeu foi o garoto. Os pais não estavam e ele perguntou se podia ajudar.
Ela disse:
- Queria saber informações sobre a Iêda, porque estou querendo contratá-la pra tomar conta da minha filhinha de 4 meses. Você a conhece?
E ele seríssimo.
- Conheço sim, ela cuidou de mim.
Ela.
- E?
Ele.
- Tô vivo.



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NATAL 2025 DE NOSSA PREMAMETTASCHOOL

Como estou sem computador, as postagens nao ficam boas.  Postei com celular mesmo, só pra dividir com todos minha alegria e o grande resulta...