domingo, 6 de dezembro de 2009

Seu Sadam ! Se a gente tivesse sonhado no que ia dar...























Como a gente era tolinha há muitos anos... Conversando hoje com um amigo e relembrando vivências nossas no Iraque, me lembrei de três coisas que, na época, não representaram, absolutamente, nada mais nada menos do que um capricho de um ditador recém-chegado ao poder.

Existia em Bagdá (verbo no passado porque, à essa altura do campeonato, não deve ter nem rastro) um restaurante lindíssimo onde íamos sempre almoçar às sextas-feiras. Chamava-se Kamarjan.

Era uma antiga estrebaria, enorme, muito alta, e o prédio era como se fosse um ginásio e dizia-se que, antigamente, o grande pátio interno onde ficavam as mesas do restaurante, era o lugar onde ficavam os cavalos e, ao redor deste pátio, existiam uma espécie de quartinhos com portas em arco, onde tinham tapetes, mesinhas, narguilé e o pessoal sentava pra bater papo e tomar chá.

Um belo dia, estávamos lá e chegou um bando de soldados do presidente e colocou todo mundo pra fora. Pra fora mesmo ! Sem a menor cerimônia. Sabem por que? Porque naquele dia tinha a "possibilidade" do Seu Sadam querer almoçar lá. Este fato não aconteceu só comigo. Várias outras pessoas contaram a mesma história.

Outra vez, estávamos abastecendo em um posto de gasolina de estrada e chegaram os soldados de novo. Sai, sai, sai, todo mundo porque sua majestade tá chegando e vão parár pra abastecer. Foi a única vez que vi o homem. Ele chegando e nós saindo...

E o outro causo, que era muito frequente, muitos de nós que trabalhamos lá vimos a cena.

A gente ia pela estrada em pleno deserto, aquela visão de 360º, de repente vinha um avião, ia descendo, descendo, descendo, aterrizava, andava mais um tempo e pluft! desaparecia. Aeroportos ou garagens subterrâneas - como a gente chamava. Fomos nós que vimos primeiro o buraco do Sadam. O mocó.

Apesar de ser muito difícil fazer fotos em determinados lugares, já naquela época, sempre se dá um jeitinho. Poderia ter feito fotos de dentro do carro. Não fiz.

E a gente só ria e achava doido, muito doido. Por que esconder embaixo da terra?

Bem mais tarde, ficamos sabendo - como todo mundo - mas as tais de armas químicas, estas, nem nós, nem os americanos, nem ninguém nunca viu.

Escola plural. Tem cabimento?




Tem cabimento aluno que não sabe a matéria dada passar de ano?

Tem cabimento aluno que não estuda e só perturba a aula, continuar com quem quer estudar?

Tem cabimento uma sala com 50 alunos permanecer com 2 ou 3 que não querem nada com o estudo?

É isto que prega a escola plural implantada em vários estados e que algumas professoras já não aguentam mais em suas salas de aula.

Tem cabimento o menino com 12 anos terminar o primário sem saber ler, escrever, somar e diminuir?

Tem muitos pais que acham um absurdo que seus filhos convivam todos os dias com estes colegas, que acabam puxando pra baixo seus filhos normais. É um desrespeito com quem acorda cedo, faz o para-casa, toma banho, se alimenta, conviver 4 ou 5 horas por dia com estes pivetes que não querem nada com a dureza ou com qualquer compromisso. Quanto nossos normais deixaram de aprender por causa deles que nada aprenderam? Talvez aprenderiam uns 10 a 15% a mais, no mínimo. E estes babacas, o que aprenderam? Nada ou quase nada e é aí que está o pulo da escola plural: aprenderam nada ou quase nada do que aprenderiam se tivessem tomado bomba, se desmotivado, abandonado a escola e entrado como avião ou fogueteiros para a escola do crime. Uma coisa não exclui a outra, mas atrasar alguns anos este outro aprendizado, ou até substituí-lo por qualquer outro caminho, é ganho muito grande. Vale muito mais do que os 10 ou 15% que nossos normais também adiaram em aprender.

É a escola plural vista por um semi-analfabeto.

Assinado : Dédédelas
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Colaboração do leitor, Dédédelas

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NATAL 2025 DE NOSSA PREMAMETTASCHOOL

Como estou sem computador, as postagens nao ficam boas.  Postei com celular mesmo, só pra dividir com todos minha alegria e o grande resulta...