terça-feira, 22 de maio de 2012

Pra lá e pra cá, dando notícia do que se passa em Gaya


O motorista descansando no conforto do seu lar, e o táxi, seu instrumento de trabalho, aguardando pacientemente

Estas duas peças raras me fizeram rir muito. Comunicação total.

Este aí dormia o sono melhor do mundo em plena calçada. Parei pra fotografar e  procurei por alguem pra pedir permissão, não vi ninguem. Fotografei e fui embora. De longe ainda olhei e a cena continuava a mesma. Vida dura!!!


Os homens devem fazer a barba em casa, mas pelo número de pessoas trabalhando nas ruas e pelo movimento que não pára, percebi que é muito comum fazer a barba no barbeiro. Vou perguntar quanto custa, porque qualquer Zé faz. Deve ser baratim. Também não pagam aluguel, condomínio, IPTU, nada. Descobri; o preço de barba varia entre 20 e 50 rupias, e cabelo entre 30 ou 80; depende da moda que o fregues inventar.

Depois que Sidharta passou muito tempo meditando embaixo da árvore sagrada, saiu caminhando e em suas pegadas foram nascendo flores de lótus. 
Elas estão aqui representadas no templo Mahabhodi ao lado da figueira onde deu-se a iluminação.

Este senhor cortava os paus de canela com uma lâmina super afiada. O cheiro que subia era uma delícia!

Come-se muito quiabo aqui na Índia. Pena que não fazem angu!

E o gato come solto por onde quer que a gente vá.

A carinha de espanto do sapateiro! Tadinho, ele demorou a entender que eu queria fazer uma foto dele. Deve ter pensado: - Por que eu, ó meu Deus! Mas não dizem não, nunca!

Mercado hoje. Achei banana prata e muito gostosa. Até doce demais pro meu gosto. Pedi 3, o moço cortou do cacho, perguntei quanto, ele disse 20 rúpias. Já sabendo que tava sendo roubada, exclamei: Vinnnnnteee!!! Ele me deu mais 2 bananas. (pecado, 7 centavos de real, mas só pra ele saber que eu sei...rs) Não tenho idéia se paguei o preço justo, mas valeu a reclamação.

As cores me fascinam. Sempre!


Esse aí nem cadeira tem. Se vira com um banquinho. Também, pra quem vive de cócoras, faz pouca diferença.

E a dona vaca lá. Tranquila. Ninguém a incomoda.

Comprei hoje este pano que tá na cabeça do moço. Tem cores lindas, é de um algodão super macio e eles usam pra tudo. Tanto enrolar na cabeça pra proteger do sol, deixar solto pra dar sombra como aí, enxugar o rosto do suor. Mil e uma utilidades. Vou fazer vestido. Já vem cortado. Mede 2 metros e custa 1 dólar.

 Dia 12 de maio passei por esta esquina e até assustei. A obra que estava sendo demarcada no dia 2, já tá indo a pleno vapor. Na próxima passada já vai ter comercio funcionando e gente morando.


 Soprar a brasa pro fogo ascender é coisa do passado. Seus pobremas se acabaram com o super hiper  possante ventilador Gambiarreixion indiano. Perguntei se podia tirar foto e tanto podia que fui até agraciada com o elemento trabalhando. Barraquinha de fazer chá.


Perguntei pro Anup se as pessoas compram o terreno, se precisam de permissão da prefeitura pra construir como se faz. Não, nada, é só construir. Sei não, deve ter alguma regra, mas nem deu pra perguntar mais, porque foi como se eu tivesse feito a pergunta mais idiota do mundo. Respondeu e continuou andando na boa.


Um comentário:

Tutti disse...

Ieda, estou adorando conhecer os costumes indianos atraves dessa sua viagem! Estou impressionada! Mas co "povo" aqui de casa quer saber: afinal o que você está comendo e o que você está bebendo, além de banana e minguau?
Beijos querida e muito obrigada por essa aula de fraternidade. Alias, vou lhe escrever para pegar os dados do depósito para a construção do banheiro da escola!

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