terça-feira, 27 de outubro de 2009

O topo do mundo é aqui em Minas Gerais. Venha conhecer !

O leitor escrevendo. Hoje quem dá a dica é minha amiga Denise.








Oi Iêda! Tudo bem?

Hoje dei minha passeadinha básica pelo seu blog e estou adorando seus posts! Acho super bacana ler os causos, as curiosidades e principalmente as frases do Millôr!

Este fim de semana fui ali pertinho, mas fui longe, viu? Topo do Mundo! Grudado em BH e até então eu não conhecia, acredita? Uma sugestão pra divulgar no seu blog, fica a menos de 30km da cidade, mas chegando lá parece até que você viajou pra bem longe! Não sei se você conhece, pertence ao município de Brumadinho e lá estão o Restaurante Topo do Mundo, a Rampa de Vôo Livre, a vista pra Serra da Moeda e outros lindos horizontes!

Fiquei horas, só admirando a paisagem e alucinada com os paragliders! Fui logo me informando, o salto duplo com o instrutor custa R$150,00 e pode ser pago até com cartão de crédito! Lembrei daquele comercial em que um roceiro tira a maquininha do bolso pro sujeito que já ia carregando umas laranjas sem pagar, kkkkk! Agora cismei que quero saltar, uhuuuuu!

Mando em anexo fotos!

Beijos, Dê
Boravamo conhecer Brumadinho - MG - Pertim de Belo Horizonte.

Se atrapalhando com "os plurais". Língua difícil essa nossa.


No século passado quando trabalhei no Iraque - é até difícil falar assim porque, dos meus amigos de infância, eu sou a única que tem a idade que tenho...rs... - já existia computador, claro, e eu até trabalhava com um, mas internet, blog, imeios e outras modernidades ainda não tinha.

O negócio era carta, telex ( podem ir no Google se informar, eu espero) e o mais moderno dos modernos que começamos a utilizar lá, foi gravar uma fita-cassete ( Google de novo???) e mandar pros amigos, parentes, pra contar as novidades e ficar mais íntimo do que ler uma carta.

Depois conto como funcionava o sistema de cartas, que, por sinal, era trabalho meu receber e distribuir.

Mas então, voltando à fita-cassete.

Um casal amigo meu resolveu gravar uma fita pra família.
Ligaram o gravador e dispararam. Cada um falando mais que o outro, contando tudo, novidades, descobertas, passeios, casa, surpresas e dá-lhe assunto. De repente o gravador fez clek!. Nossa!!! Já tinha terminado a fita. Uma hora de falação desenfreada passa rápido. Vamos ouvir pra ver como ficou? Tinha ficado muito bom, mas uma frase lá no meio tava um horror. Gritava no meio daquele tiroteio. Conseguia se sobressair. Eles haviam falado: "as cortina, os tapete, blá, blá, blá". Como tinham dado uma repaginada na casa e contavam as novidades, esse assunto era importante. E agora? Regravar aquilo tudo, nem pensar. Foi aí que meu amigo teve a brilhante idéia de apagar esse pedaço e, cronometricamente, colocou o português correto lá no meio.

Não poderia ter ficado mais engraçado, mas foi assim mesmo.
Imaginem vocês uma conversa rápida, num ritmo alegre, animado, entusiasmado, cheio de emoção e no meio disso entra uma voz calma, serena e grave e diz: assss cortinasssss, ossssss tapetessssss.... ficou bom demais!!!!!

Até hoje, quando estamos conversando e alguém engole um "s" na frase na mesma hora tem um que diz: assss cortinasssssss, osss tapetesssss.

Quarta feira:comprar, encontrar, passear,desenferrujar.




Fico contente quando descubro que coisas que vi lá fora, há alguns ou muitos anos atrás , começam a ser feitas no Brasil. Eles copiam as nossas idéias, nós copiamos as idéias deles e assim vamos trocando experiências, principalmente quando é de uso de uma comunidade.

A Prefeitura de Paris tem um serviço que acho muito legal. E sei que aqui em BH tem um serviço parecido na periferia da cidade. Muito bom !

O país tem muita gente idosa. E estes idosos normalmente moram sozinhos e não com as familias, como a maioria dos nossos velhinhos. É um outro tipo de relacionamento que não vem ao caso agora.

Então, toda quarta-feira um microonibus passa na casa das pessoas cadastradas pra levar o pessoal pra fazer supermercado, ir à farmácia, se encontrar, conversar fiado. Eles podem fazer isso pelo telefone, como aqui, mas é uma forma de andar, se mover, tomar um ar, sociabilizar-se.

Muito legal! O que acho mais simpático ainda é o treinamento recebido pelo motorista que acompanha as pessoas. Ele está ali pra ser gentil, paciente, ajudar, respeitar. E precisa fazer isso tudo com muito amor.

Se você sente esse tipo de necessidade no seu bairro, sua rua, com pessoas que você conhece, seria muito legal começar a levantar essa bandeira junto ao seu deputado, ou vereador, ou centro comunitário da sua região.

NATAL 2025 DE NOSSA PREMAMETTASCHOOL

Como estou sem computador, as postagens nao ficam boas.  Postei com celular mesmo, só pra dividir com todos minha alegria e o grande resulta...