quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Dicas pra se esbaldar no Rio de Janeiro















Todo mundo pensa que, no carnaval, o Rio de Janeiro fica intransitável, só dá folião pra todo lado, quem não gosta da folia, tá ferrado.

Certo?

Errado.

O Rio é um dos lugares mais tranquilos e mais deliciosos pra passear nos dias de carnaval. A não ser uns poucos blocos, o pega-fogo é na Marques de Sapucaí, que, por sinal, é uma maravilha. Uma das maiores emoções da minha vida, foi ver a entrada da Estação Primeira e Única da Mangueira.

A gente ri, chora, arrepia, aplaude, tudo ao mesmo tempo. Lindo demais!

Mas, durante o dia, é uma paz só. Restaurantes tranquilos, trânsito gostoso, andar pelo calçadão, visitar lugares que você nunca vai normalmente, como os lugares dessas fotos lindas feitas pelo Antonio Grassi (tirei de uma reportagem que ele escreveu, falando justamente pro turista que quer fugir do lugar comum).

Comer comida árabe no Saara, visitar a Confeitaria Colombo, passear de bondinho em Santa Tereza passando pelos Arcos da Lapa, depois tomar uma cerveja nos inúmeros bares e, se gosta de chacoalhar o esqueleto, gafieira, samba, salsa e todos os ritmos, a Lapa também tem. Passear pela Cinelândia, conhecer o Teatro Municipal - tão lindo quando a Ópera de Paris - ir à Biblioteca Nacional, ao Museu de Belas Artes, passear pelo Jardim Botânico. Jardim Botânico é imperdível. Vá e veja onde o Tom se inspirava pra escrever as maravilhas que deixou pra gente.

Só aqui já te dei idéia pra mais de 10 dias de Cidade Maravilhosa.

Conhecer a Feira de São Cristovão e comer queijo-de-coalho, comer japonês no NAO, que fica no Edifício Central no metrô da Carioca. Passear pelo Rio antigo, ao lado do Centro Cultural Banco do Brasil, atravessar a rua e ir ao Centro Cultural dos Correios, curtir o Largo do Machado, o Estácio, Vila Isabel.... eita delícia!

Dar uma caminhada ao redor da Lagoa Rodrigo de Freitas e depois tomar aquela água-de-coco ou comer comidinhas, de todos os tipos e nacionalidades, nos deliciosos quiosques, que tem aos montes pelo caminho. Ir ao Corcovado de trenzinho e pegar o bondinho pra subir até o Pão-de-Açúcar e tirar uma foto, mais cafona impossível, que adoro e vem grudada num prato de louça.

E vou ficando por aqui porque, só de pensar na concentração das escolas e os puxadores de samba gritando "Olha a Beija-Flor aí geeeeennnnnnnteeee! Salguuuuueeiiiirrrrrrooooô!"
meu coraçãozinho aperta de vontade de assistir os desfiles, curtindo a noite e aproveitar tudo que sugeri durante o dia.


















































terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Adoro cultura inútil ! O que a galera gosta mesmo de fazer...


Achei no meio das preciosidades da dona da casa, uma cadernetinha com anotações de uma tia dela, datada de 1936. Delícia ler os comentários e as anotações de receitas culinárias e outras escritas.

Entre outras curiosidades, vejam só essa:

População de alguns países da Europa em 1936 e hoje ( tirei do amigo Google )
Espanha 21.390.000------------------ 45.061.270

França 41.835.000 ---------------------60.765.983

Itália 41.230.000 -----------------------59.715.625

Portugal 6.655.000 --------------------10.084.245

Suécia 6.142.000 ------------------------9.076.444

Suiça 4.066.000 -------------------------7.301.994


A vocês de descobrirem a turma que mais trabalhou na horizontal ou na vertical ou de ladal ou não importa...rs.
Não interessa absolutamente a ninguém, nem a mim mesma mas, se já tivesse nascido, faria aniversário numa sexta-feira e meu santo seria São Firmino. Continua sendo... rs.

Usurpando, com a devida permissão, idéia do blog do alheio





















































































Fiquei tão maravilhada com as fotos dessa cidadezinha italiana, que pedi permissão a Susi, blogueira quiném eu, http://www.sooqueugosto.blogspot.com/, pra reproduzir a dica do blog dela. Permissão concedida.
Então vamo lá !

Quando a gente pensa que esse mundo tá perdido, que o ser humano, famoso por sua fama de destruidor, já conseguiu liquidar com o planeta, batemos de frente com essa maravilha. Vejam se não tô rebuçada ( coberta, em mineirês ) de razão.

O lugar se chama Alberobello, fica na Itália, na região de Puglia, sul do país. Nem vou falar muito porque as fotos falam por si só.
E tem mais ! Pra quem ainda não se cansou de assistir As Pontes de Madison, quiném eu e ficou morrendo de curiosidade de conhecer a cidadezinha da personagem da Dona Meryl Streep - Bari, é a chance de dar um pulinho lá. Do lado. Eu conheço e, quando fui lá, não sabia da existência de Alberobello. Mais uma desculpa pra voltar.

Agora é se programar e correr pra lá. Dá pra pegar a primavera deste ano.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

O branco da neve dói de tão lindo, contrastando com o azul do céu

Pra você que viu as fotos do amanhecer e gostou, agora vão as que tiramos hoje, lá pelas 10 horas da manhã. O sol rachando mamona.
Amanhã, se não tiver nevando, vou dar uma volta pra mostrar mais um pouco dessa beleza de lugar.















Como me tornei vizinha de Wagner e Rodin-parte 2

























Então chegou o sábado e lá fui eu pra Meudon. Peguei o trem em Montparnasse e 16 minutos depois tava lá. Enquanto isso passamos por umas 3 cidades.
Segundo um amigo, eles colocam nome de cidade em qualquer povoado, pra parecer que tem muitas. Ô maldade!

Mas a verdade é que todo francês adora dizer que não mora em Paris. Morar em Meudon, por exemplo, é chic pra cacete. Eu prefiro o tititi de Republique. Esse silêncio que eles adoram, eu tô fora! Passarinho e grilo cantando? Nem morta!

Meu futuro patrão me esperava na estação. Segundo eles me contaram tempos mais tarde, ele e a patroa tinham tirado o sábado pra conversar com todas as moças que tinham telefonado e se interessado pelo trabalho. Essa era a segunda viagem que ele fazia.

Subimos por uma avenida - que depois virou o caminho da roça pra mim - e foi lá que o Seu Wagner morou com a esposa, Dona Minna Wagner.
Sempre que passava na porta da casa linda, de pedra, na avenida tranquila, ficava imaginando o compositor debulhando seu piano, dia e noite, e a vizinhança já com o saco na lua pensando: " Quando esse mané vai se mudar daqui e nos deixar em paz!"

Chegamos ao apartamento e começamos a conversar. Até então, tava em português e fui ficando sem graça, porque a patroa ficava só me olhando, então perguntei se não era melhor tentarmos falar em francês pra ela participar. Ela disse que não precisava, que tava adorando o som da nossa prosa. Então tá !

Falei de toda minha inexperiência em ser babá, nunca tinha sido, não tinha filhos, mas tinha quatro sobrinhas e trocentos amigos cheios de crianças que eu tava sempre carregando pra cima e pra baixo. Não fiquei muito tempo.
Ele olhou no relógio, porque já devia de ter outra candidata esperando na estação de trem, me levou embora, já aproveitando pra carregar a outra.
Disseram que era pra eu ligar na próxima quarta-feira pra ter uma resposta.

OK. Fui-me embora. Voltei pra capital.

Tempos mais tarde ele me contou que, quando voltou pra casa, a mulher dele disse: "É essa. Já escolhi". E ele: "Como assim, já escolheu? Você nem viu as outras, tem uma na sala esperando e mais não sei quantas pra chegar..." "Já escolhi", ela falou.

E nem na sala ela voltou mais. O pobre coitado passou a tarde de sábado falando em vão com moças esperançosas, sem poder já dispensar de cara porque não seria polido.

E eu já comecei a trabalhar na semana seguinte, na quinta-feira.

Cuidei do meu pequetito, que hoje já tem 21 anos, por alguns anos. Tempos depois, eu tava morando em NY, quando eles me acharam lá e me fizeram largar meus trabalhos e voltar pra Meudon pra cuidar da irmãzinha que ia nascer. Lá fui eu e fiquei mais uns anos.
Mas, como sempre, essa já é outra história.

Ah! Essas crianças são bisnetas da polonesa.

As fotos são da casa azul de Wagner, recentemente restaurada, a avenida arborizada onde fica a casa, casarão rosa, atual Museu Rodin em Meudon e mais fotos antigas da cidade.


" E assim chegar e partir. São só dois lados da mesma viagem. O trem que chega é o mesmo trem da partida." Milton e Brant

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Domingo é dia de preguiça e curtir a beleza da natureza !

Essas fotos foram tiradas pela minha querida amiga, hoje, com o raiar do sol e foram tiradas de dentro de casa.

O trator vindo fazer o nosso caminho pra podermos sair, visto da janela da cozinha.

A neve caindo...

O azul das fotos é uma mistura da cor do céu límpido, com a luz dos primeiros raios de sol, refletindo na neve. Sem truques nem efeitos especiais. Vocês estão vendo tal e qual nós vimos hoje.


De doer de tão lindo !


E a dona da casa, depois de décadas morando aqui e na mesma casa, ainda se emociona com essa beleza e fez as fotos pra eu mostrar pra vocês.


Obrigada, meu bem !
















sábado, 6 de fevereiro de 2010

Como me tornei vizinha de Wagner e Rodin






Estava trabalhando em Paris, fazendo "jeune fille au pair", que é um trabalho comum pra estudantes porque dá pra estudar e trabalhar ao mesmo tempo. A gente busca a criança na escola às 4 da tarde e fica até lá pelas 8, quando os pais chegam. Ganha-se um salário pequeno, casa, rango e condução. Pra estudante é uma mão-na-roda.

Mas a grana era pouca e eu procurava outra coisa. Nessa época, éramos eu e um amigo procurando trabalho.

Todo dia saíamos cedo, a gente passava na Igreja Americana, no Centro de Estudantes ao lado da Torre, e mais uns dois lugares que não me lembro. Como eu só começava a trabalhar às 4 da tarde, dava tempo pra fazer muita "pesquisa".

Num desses dias, resolvemos dividir : cada um ia prum lado pra não perder tempo. E a gente já tava maceteado, lia duas palavras do anúncio e já via que não rolava. Esses lugares que citei, tem cartazes enormes com oferta e procura de trabalho. Muito bom !

Então, meu amigo viu um anúncio e ligou. Era um casal com um bebê de 4 meses que queria alguém pra se ocupar do embondo.

O senhor foi super simpático com ele, disse que não tinha nada contra, mas preferia uma mulher pra se ocupar do pequeno. No que meu amigo falou: "a casa oferece... rs. tenho uma amiga".

Mais tarde ele me deu o número e foi minha vez de ligar.
Meu francês, nessa época, era bem pequeno e, ao telefone, quase sumia. Com dificuldade, comecei a falar com o futuro patrão e no meio da prosa, pedi pra ele falar mais lentamente porque era brasileira e não falava bem o francês. Aí, ele me disse: "Então vamos falar em português". Alívio total !

Ele tinha morado com a família no Brasil, dos 7 aos 12 anos, tinha sido alfabetizado em português e nunca mais esqueceu.
Marcou um encontro pro sábado às 10 da manhã.

E amanhã continuo a contar como foi o encontro, e como começou essa história de amor que já dura 21 anos.

" Todos os dias é um vai e vem, tem gente que chega pra ficar, tem gente que vai pra nunca mais." Milton Nascimento e Fernando Brant

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Aniversário do Henfil, morto há 22 anos!

Essa coisinha mais fôfa do mundo, no colinho da mamãe, é o Henfil, que estaria fazendo hoje 66 aninhos. Tudo no diminutivo, porque, pro aumentativo, ficam o meu carinho, admiração e amor por ele e pelo seu trabalho.

Morreu com 44 anos !!!!! Um absurdo o que a falta de responsabilidade do ser humano fez com ele e com seus irmãos.

Beijo procê, Henfil!





Metralhadora apontada pra mulher indefesa.


Sexta-feira é o domingo dos muçulmanos.
Pra nós, que trabalhávamos em média 10 horas por dia, 6 dias por semana, era o dia de ficar na horizontal recolocando os ossos em ordem.

Se tivéssemos muito animados, íamos até Rabania - uma cidade turística feita pelos franceses, com um lago artificial enorme - alugavamos um bangalô e era bem legal também.

Entre outras coisas que se tinha pra fazer em pleno deserto, no único dia livre da semana, era dar uma faxina no quarto. Durante toda a semana a gente nem ligava pra confusão que ia armazenando.

Numa sexta- feira, resolvemos, minha amiga e eu que dividíamos o quarto, dormir até mais tarde e depois partir pra faxina.
E foi o que aconteceu.

Depois de terminada a peleja, eu fui tomar meu banho e ela foi colocar o lixo lá fora, num tamborzão que tinha do lado da casa.

No que ela tá lá, despejando o lixo, sentiu uma presença atrás dela. Virou e viu um soldado iraquiano, armado de metralhadora, com uma cara de médios amigos. Ela olhou pro prédio mais longe, onde era o clube, e viu uma movimentação, bandeiras, e deduziu que tínhamos visita de alguma ôtoridade local. Não era comum soldados no acampamento. Tínhamos nossa própria segurança.
Mais tarde, soubemos que o governador de Ramadi nos visitava, por isso tinha tanto soldado espalhado no nosso território.

Ele perguntou o que ela tava fazendo, "Como assim, não tá vendo? Despejando o lixo." Ele não entendeu o que ela tava fazendo ali, naquele local. "Ora bolas, eu moro aqui, seu mané." Ele também não entendeu. Ela desistiu de explicar e foi voltando pra dentro de casa e o soldado com a metralhadora em punho atrás dela.

Pode uma cena mais bizarra? Você sair pra despejar um simples lixo e uma figura querer saber quem você é, de onde vem e pra onde vai, diga a senha.... tenha dó.

Pois pode.
E não é que o zé veio seguindo ela até o quarto?

Ela abriu a porta e ele veio na cola. No que entrou no quarto, tô lá, eu linda e loira, pelada, recém saída do banho. Não me lembro mas, no mínimo, devo ter falado: "Cliente novo?"

O cara ficou lá, estatelado, parado, olhando pra mim e eu, pelada tava, pelada continuei. Ele não se movia, não sei se o espanto era porque via uma mulher pelada pela primeira vez, nos seus 20 e tantos anos de vida, ou porque não imaginou que fosse ser tão ruim sua primeira experiência. Sei lá. Só sei que grudou o olho em mim e eu fiz aquilo que sempre faço numa hora dessas. Sem pensar, tive uma reação fora da lógica: juntei as pernas e fiz continência pro moço. Afinal, era um soldado, de qualquer forma, meu superior, já que eu não era nada além de ser povo.

Foi o que faltava pro moço reagir. Reconheceu o sinal e bateu em retirada.

À noite, sentadas no bar tomando alguma coisa, avistamos o soldado sentadinho num canto, olhando ainda, mas desta vez, vermelhinho.

Nunca vou saber se era de prazer e alegria ou de ódio. Deve ter contado pros colegas e ninguém acreditou. Pedir pra repetir a cena, coragem ele não teria. Ver outra mulher nua, só casando e, mesmo assim, pelo buraquinho da camisola. Como a cena da manhã, nunca mais !


" Inicie a viagem como se fosse uma criança, curiosa e alegre; durante o trajeto desfrute como um adulto respeitoso e solidário; quando retornar, sinta-se como um ancião sábio que voltará a ser criança amanhã." Mercedes Sáenz

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

O arroz com feijão dos Alpes Franceses.









Aquela vida de cidade do interior, do interior do Brasil, das Minas Gerais de outrora, você não encontra mais. Aquela comidinha de fogão à lenha, fazer quitandas, fornadas de bolos e biscoitos. Acabou-se o que era doce. Doce e salgado. Com a correria do dia a dia, mesmo nas cidades mais calmas, a dona de casa quer mais é ir até a padaria da esquina e comprar tudo prontinho, pãozinho de sal, leite pasteurizado e iogurte com frutas.

Estão errados? Tão nada! Só pensa que eles tão errados, quem vai visitar e fica louco achando que vai encontrar a mesa de café da manhã ou de jantar, com tudo que comia na infância e ainda guarda na memória cheiros e sabores.

Mas, aqui nos Alpes Franceses, nas montanhas brancas de neve, na roça organizada e com muita qualidade de vida, a coisa é diferente; ainda guardam muitos dos costumes de outrora. Mesmo com todos os supermercados, oferecendo milhões de alimentos, com uma infinidade de variedades, cores e sabores, eles não se deixam seduzir totalmente.

Durante o verão, todos saem pra passear ao ar livre, respirar, armazenar vitamina D aproveitando o solão, e colher frutas pra fazer compotas e geléias que serão consumidas nos longos meses de inverno.

E vão também plantar e colher legumes, que comerão com o maior orgulho, apreciando e comparando a safra desse ano com a do ano passado.

É muito legal ouvir: "As framboesas esse ano não ficaram bonitas, secaram, porque o sol foi muito forte". Ou : "as myrtilles (mirtilo em Português) deram como nunca. Não conseguia dar fim naquele mundo e fiz vidros e mais vidros de compota, congelei potes e potes".

E dá-lhe a congelar caldos, legumes, sopas, tudo com produtos de cada horta caseira, de cada troca entre vizinhos e, a cada dia, sai uma coisa mais gostosa do que a outra, de uma despensa sem calefação, que mantém tudo como se fosse numa câmera fria, não deixando perder nada e todos se alimentando muito bem durante o ano todo.

E, foi com um desses potes congelados, que foi feita essa tarte/maison ( torta feita em casa) que é uma delícia de lamber os beiços. A massa é crocante e quase não leva açúcar. Não agradaria à maior parte do paladar brasileiro, que é chegadinho num doce bem duçim. Eu também sou mas, metade dessa aí, foi devorada por mim. Uma parte na sobremesa, outra no café, pontualmente servido às 4 da tarde.
Esse almoço simplesinho de meio de semana, tinha, como entrada, uma salada verde : vários tipos de alface, devidamente pincelados com um molho de mostarda de arrepiar no azedume e na gostosura.
O prato quente era esse empanado de peito de peru. A massa quebrava de tão macia. Perseguia o empanado, vagens verdinhas da horta da casa.
Depois, queijos com pão, de sobremesa e depois a torta de myrtilles. Depois fruta ou iogurte. Eu não dispenso o iogurte. Natural e sem açúcar.
Pra quem gostasse, tinha vinho e, pra mim que não bebo, suco de maçã.
Ainda chocolate suisso, comprado no país vizinho, há 1 hora daqui.

E foi tudo.
Querem saber o que comemos hoje?

Uma peixada feita por mim, com leite de coco e tudo. Como manda o figurino. E o peixe era posta de bacalhau fresco. Uma delícia!
E fez tanto sucesso quanto a torta local.

Cada qual dentro do seu quadrado e ensinando e aprendendo com o outro.
Bom dimais da conta, sô!

Ps.: brincar na neve antes do almoço, foi só pra abrir o apetite.
Como se precisasse!!!



"O mundo é um lugar que ninguém conheceu ainda pela descrição. É necessário percorrê-lo, a gente mesmo, para saber do que se trata." Philip Dormer Stanhope













NATAL 2025 DE NOSSA PREMAMETTASCHOOL

Como estou sem computador, as postagens nao ficam boas.  Postei com celular mesmo, só pra dividir com todos minha alegria e o grande resulta...