terça-feira, 27 de outubro de 2009

Se atrapalhando com "os plurais". Língua difícil essa nossa.


No século passado quando trabalhei no Iraque - é até difícil falar assim porque, dos meus amigos de infância, eu sou a única que tem a idade que tenho...rs... - já existia computador, claro, e eu até trabalhava com um, mas internet, blog, imeios e outras modernidades ainda não tinha.

O negócio era carta, telex ( podem ir no Google se informar, eu espero) e o mais moderno dos modernos que começamos a utilizar lá, foi gravar uma fita-cassete ( Google de novo???) e mandar pros amigos, parentes, pra contar as novidades e ficar mais íntimo do que ler uma carta.

Depois conto como funcionava o sistema de cartas, que, por sinal, era trabalho meu receber e distribuir.

Mas então, voltando à fita-cassete.

Um casal amigo meu resolveu gravar uma fita pra família.
Ligaram o gravador e dispararam. Cada um falando mais que o outro, contando tudo, novidades, descobertas, passeios, casa, surpresas e dá-lhe assunto. De repente o gravador fez clek!. Nossa!!! Já tinha terminado a fita. Uma hora de falação desenfreada passa rápido. Vamos ouvir pra ver como ficou? Tinha ficado muito bom, mas uma frase lá no meio tava um horror. Gritava no meio daquele tiroteio. Conseguia se sobressair. Eles haviam falado: "as cortina, os tapete, blá, blá, blá". Como tinham dado uma repaginada na casa e contavam as novidades, esse assunto era importante. E agora? Regravar aquilo tudo, nem pensar. Foi aí que meu amigo teve a brilhante idéia de apagar esse pedaço e, cronometricamente, colocou o português correto lá no meio.

Não poderia ter ficado mais engraçado, mas foi assim mesmo.
Imaginem vocês uma conversa rápida, num ritmo alegre, animado, entusiasmado, cheio de emoção e no meio disso entra uma voz calma, serena e grave e diz: assss cortinasssss, ossssss tapetessssss.... ficou bom demais!!!!!

Até hoje, quando estamos conversando e alguém engole um "s" na frase na mesma hora tem um que diz: assss cortinasssssss, osss tapetesssss.

Quarta feira:comprar, encontrar, passear,desenferrujar.




Fico contente quando descubro que coisas que vi lá fora, há alguns ou muitos anos atrás , começam a ser feitas no Brasil. Eles copiam as nossas idéias, nós copiamos as idéias deles e assim vamos trocando experiências, principalmente quando é de uso de uma comunidade.

A Prefeitura de Paris tem um serviço que acho muito legal. E sei que aqui em BH tem um serviço parecido na periferia da cidade. Muito bom !

O país tem muita gente idosa. E estes idosos normalmente moram sozinhos e não com as familias, como a maioria dos nossos velhinhos. É um outro tipo de relacionamento que não vem ao caso agora.

Então, toda quarta-feira um microonibus passa na casa das pessoas cadastradas pra levar o pessoal pra fazer supermercado, ir à farmácia, se encontrar, conversar fiado. Eles podem fazer isso pelo telefone, como aqui, mas é uma forma de andar, se mover, tomar um ar, sociabilizar-se.

Muito legal! O que acho mais simpático ainda é o treinamento recebido pelo motorista que acompanha as pessoas. Ele está ali pra ser gentil, paciente, ajudar, respeitar. E precisa fazer isso tudo com muito amor.

Se você sente esse tipo de necessidade no seu bairro, sua rua, com pessoas que você conhece, seria muito legal começar a levantar essa bandeira junto ao seu deputado, ou vereador, ou centro comunitário da sua região.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Não posso me aculturar sozinha...Vocês também merecem.




Vejam se um ser humano pode viver sem saber estas informações. Não são dados de hoje, mas não deve ter mudado muito.

Os animais do Zoo de Paris tomam 30.000 litros de leite por ano, comem 25.000 ovos, 300 kilos de mel, 2 toneladas de pão, 9 toneladas de flocos de aveia ( imagine a quantidade posto que a aveia é levinha...rs...rs), 13 toneladas de banana, 30 toneladas de maçã, 52 toneladas de carne e 55 toneladas de peixe.
Estes são alguns dos alimentos. Não foram citados todos, claro!

Eitia!!! Tem povos dessa minha América do Sul, da África e da Ásia que nem podem sonhar com estes números.

Lembrei de uma ótima de quando era babá em Paris e tava lendo uma Veja e juro que é verdade, porque vocês ou vão se lembrar ou podem ler na edição antiga.

A notícia era que os moradores da vizinhança do Zoo de Brasília estavam comendo os bichos. Cada dia davam falta de um pássaro, um veado (êpa!), ou qualquer um que desse um bom caldo. Comecei a ler e rir muito sozinha, quando meu patrão perguntou do que ria e quando contei pra ele, claro que não acreditou e muito se espantou com meu riso. Não achou graça nenhuma.

Povim sem senso de humor esses franceses..............kkkk.....kkkk........rio até hoje só de me lembrar.

NATAL 2025 DE NOSSA PREMAMETTASCHOOL

Como estou sem computador, as postagens nao ficam boas.  Postei com celular mesmo, só pra dividir com todos minha alegria e o grande resulta...