terça-feira, 9 de novembro de 2010

Fotografando o dia-a-dia do povo em NY. No caso, o povo hoje sou eu.


Hoje, fui matar as saudades de Astória e da Steinway, que é uma rua comercial que já percorri diversas vezes, quando morava vizinha dela, e sempre volto lá quando venho a NY. Adoro! É realmente um passeio por um bairro da cidade. Tava chuviscando, mas as flores estavam lá, firmonas na calçada, esperando pra serem levadas pra alguma casa ou escritório ou hospital. Prontinhas pra enfeitar e dar alegria.




A banca de legumes e verduras fica no passeio, você mesmo coloca na sacola e vai lá dentro pra pagar.



Tá com pressa e indo correndo pro trabalho? Não é desculpa pra não comer uma frutinha que já vem cortadinha do tamanho de uma bocada, e tem palito de madeira servindo de garfo. Geladinha.


A primeira vez que vi servir fruta assim, foi na Tailândia. Fiquei encantada!

Estes aí tavam na maior farra, esperando também alguém que os levasse pra casa. O mais saliente, quando me viu parar, se animou todo...tadim...só uma foto e bye bye.


Não sei porquê este tava numa gaiola separada dos outros. Quem entende de cachorro deve saber.


Dona Cher e Dona Aguilera vão fazer show no Thanksgiving...sorry, não poderei ir, estarei em Israel...he...he...he....Cartaz na estação do metrô.


Desci esta escadona indo pras profundezas do metrô e, quando entrei no vagão, alguns me olharam com cara de: "mais uma maluca na cidade!"


Passei contando os assentos: são 76 lugares sentados em cada vagão, mas cabe um milhão de pessoas em pé na hora do sufoco. Cada trem tem 10 vagões. Enooorrrme! O bilhete pra andar, quantas vezes você quiser, de metrô ou ônibus, durante 1 semana, tá custando 27 dólares. Se você vai pegar muito o trem, vale à pena. Pagando avulso, sai muito caro.
Amanhã conto o meu segundo mico, com o cartão do metrô.


Esta louça, a coisa mais linda do mundo, achei numa loja da Steinway.


Um bule deste não convida prum chazinho com bolo ?



Pra turma que gosta de sanduba, a cidade oferece muita opção. Estes carrinhos são encontrados em toda esquina. O cheiro tava bom.


No meio de carrinho de cachorro quente, MacDonald's e lojas de tralhas vindas da China, surge uma Victoria's Secret. Procê ver o que não faz uma boa propaganda; dá o maior glamour pra uma loja que é comum e simples e, se não fosse pela placa conhecida, passaria totalmente desapercebida. Entrei pra dar uma olhada, tem coisas legais, mas não é nenhuma Brastemp. Às vezes, acho alguma coisa legal pra comprar pra mim.


Já chegando, aqui na esquina de casa, achei estes dois chinesinhos ganhando uns dólares, enfiando lata de refrigerante vazia nas máquinas. A máquina quase não acompanhava na contagem, devido à rapidez com que eles enfiavam as latinhas no buraco...de centavo em centavo...Tem lugar pra colocar vidro, plástico e latinha.




O jornaleiro fica fechadinho dentro da banca de revistas, se protegendo do frio e só coloca a mãozinha pra fora, pra pegar a grana.

E fim! Cheguei em casa, fiz uma bela de uma salada, comi com pão integral e suco de laranja Tropicana, que eu adoro, e agora postei aqui pra você e, até amanhã com mais NY.


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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Quem pergunta quer resposta...

Logo que cheguei em NY, fotografei a Igrejinha em frente de casa e ela tava fechada. Ontem, tivemos a sorte de passar e estar aberta. Chegamos devagarim,  com jeito, pra perguntar ao padre - que depois soubemos que era bispo - se podia fotografar, e ele, todo gentil, não só disse que podia, como correu pra iluminar a Igreja.
Quero ir qualquer dia desses assistir a uma missa lá, pra ver  qual a diferença de uma missa na Igreja Católica. Eles são gregos ortodoxos.
E o bispo acho que não recebe muita visita, porque custamos a nos livrar dele.
Danou numa falação sem fim, começou a contar a origem da Igreja dele, falou de romanos, bizantinos, antiga Constantinopla - hoje Istambul - que ele insiste em chamar de Constantinopla, e dá-lhe constantinos e otomanos, e os gregos não engolem a história da Turquia não pertencer mais a eles, falou sobre o desaparecimento da cruz onde Cristo foi crucificado, e então os seguidores de Jesus, depois da crucificação, foram ao local do martírio pra recuperar a cruz, que, a essa altura do campeonato, já era considerada uma relíquia e, chegando lá, tinha tanta cruz que não sabiam mais qual era a dele, então pegaram as três supostas cruzes de Jesus e os dois ladrões e, de repente, passou um funeral, então eles pediram, aos donos do enterro, o corpo emprestado pra medir nas três cruzes... credo!... e não é que ele coube direitinho em uma das cruzes  - nesse momento, fiquei sabendo que as cruzes eram feitas sob encomenda, quiném caixão, cada qual no seu cada qual - donde deduzimos  que o enterro era do próprio Cristo - e o bispo falou o nome dele em grego, em turco e em inglês e nenhum deles nós entendemos e pedi pra ele repetir, ele repetiu soletrando e piorou a situação, não entendi nada e ficou por isso mesmo.  O sotaque do danado era super forte e, como acontece nestas ocasiões, eu sou craque em compreender e traduzir. 
(Tenho um grande amigo que fala inglês fluente, é craque, professor, tradutor, o cacete a quatro e, com  tanta sabedoria, não entende quase nada do que este povo que fala mal inglês e tem muito sotaque, diz. Eu sou a tradutora dele em nossas viagens. E ele fica indignado:
 - Não sei como você entende o que este povo diz!
E eu digo.
- É porque falo tão mal o inglês, quanto eles.)

Olhe o mundo de quadros de santos. Não tem imagens, só quadros, mas não ousei perguntar porquê, senão tava lá até agora. Ficou pra uma outra vez.
Os  mosaicos são verdadeiras obras de arte. Eu adoro!



É um mundo de cores e brilho. Muita cor, muito brilho, muito ouro!!!


O bispo derramando história na minha amiga, que nem piscava, com medo de olhar pra mim e a gente ter um ataque de riso.
Isto aí não entendi direito, se são restos mortais de alguém vindos de Jerusalém ou ossada de algum sacrificado nas batalhas da Igreja através dos tempos.
Eu vou voltar lá com calma, pra ele me contar mais causus. Não pense que acabou. Dividirei com voce.

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domingo, 7 de novembro de 2010

Lagosta, camarão, pão delicioso, papo e riso solto





Onde? Ontem, minha amiga e eu almoçanmos às 4 da tarde no Red Lobster...uma delícia, e um prato pra duas pessoas muito farto. Salada com pãezinhos de entrada. Na saída, sobraram dois pães e pedimos um guardanapo pra enrolar e trazer pra casa. A  moça não só trouxe o guardanapo, como também mais um saco cheio de pães....esta fartura americana pra comer me encanta, como dizem os de lingua espanhola...rs.
Total da conta? Vamolá:
refrigerante à vontade, salada, batata assada, pães, vários molhos e o prato principal, 34 dólares. 6 pratas de gorgeta. Total de 40 dólares. 20 pra cada. A gente sempre compara, não tem jeito. Não sei se comeria lagosta, camarão frito, empanado, e o resto todo por 30 reais aí na nossa terra.
Existem vários Lobster pela cidade. Comemos no da 88-01 Queens Blvd.
Eles tem cheesecake que tava com uma cara ótima, eu adoro, e já salivei logo que vi. Mas, a pança ficou tão repleta, que não coube depois desta confusão de lagosta e camarão. Ficou pra próxima.

Eu já falei aqui sobre os dois dois melhores cheesecake de NY. Um não posso comer mais, porque era o do restaurante do World Trade Center. Agora sobrou o de Times Square. Vou lá essa semana pra comer antes de continuar viagem pra Israel, e pego o endereço direitim pra você.
E a celulite junto com as gordurinhas agradecem penhoradamente batendo palmas.
Quero nem saber!!! Tô de férias!!!

http://www.redlobster.com/
Entre aqui pra salivar junto comigo


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Dando lugar no ônibus pra uma foto

Entre as maluquices que vi e vivi nos Caminhos por onde andei, o Iraque deve ter sido o campeão dos causus.
Estava em um acampamento da empresa, que ficava há uns 30 kms de Bagdá e tinha um ônibus que fazia este percurso, levando e trazendo funcionários, mas alguns nativos também pegavam carona nele.
Então, peguei o ônibus, que tava bem cheio, rumo à capital iraquiana. Não me lembro bem, mas, acho que eu  tava em pé. Até aí, nada demais, porque continuaria assim até o final dos meus dias. A não ser brasileiro, jamais um iraquiano daria lugar pra uma mulher se sentar. Sem problema. Cultura é cultura e não seria eu que embarcaria em uma canoa furada, de querer mudar o sistema.

Acreditando ou não, não é que entra um sujeito com um quadro enorme, quase do tamanho dele, com uma foto do então presidente Sadan Hussein.  Aí, foi engraçado demais. No que ele entrou com aquele trambolho, vários homens fizeram mensão de se levantar pra dar lugar pro quadro, mas só um mais esperto foi honrado com tamanha honraria : ceder seu lugar pro retrato do homem.
E em pé ficou até o final da linha, ajudando a segurar o quadro no maior orgulho do mundo. Como se tivesse segurando um andor do Cristo, na Festa do Divino de Diamantina.
Este tipo de foto, tinha pra todo lado que a gente fosse; em todas as salas do escritótio da empresa que eu trabalhava, em todas as lojas, supermercados, mercados. Repartições públicas, então, eram lotadas deles; e na rua também. Era o homi em toda forma e estilo: com farda, terno, uniforme de guerra, com aquele pano palestino na cabeça...de todo jeito.

Me lembro de uma colega de escritório, iraquiana, que trabalhava em Bagdá, que tinha uma foto desta, bem grande em sua sala, bem atrás da cadeira dela. Num triste dia, ela recebeu a notícia de que o irmão dela tinha morrido na guerra, contra o Irã - garoto ainda. Ela se descontrolou total. Não sei se foi vítima de alguma represália, mas foi a única vez que vi alguém com ódio do Sadan e manifestando o rancor. Ela esmurrou a foto até ficar exaurida, e falava tudo que nunca pôde dizer em toda sua vida. Não conheço muitos palavrões em árabe, mas esse dia tava bom pra aprender todos eles e mais algum que ela deve ter inventado.
Lavou a alma, a pobre coitada.

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sábado, 6 de novembro de 2010

Esquilo posando pra minha foto na escada de incêndio

Pra quem mora no Brasil e precisa de ficar trancando portas, portões e janelas o tempo todo, não entende bem o que é ter uma escada, que fica colada bem na janela, fazendo o possível pra  facilitar a vida do usurpador do alheio. Só Deus sabe porque o povo aqui não vive subindo por elas e roubando nas casas. Eu pelo menos  nunca ouvi uma reclamação de roubo, de alguém que se aproveitou das escadas de incêndio.

Tô eu aqui tentando tirar uma foto legal pra mostrar pra quem não entende direito como isso funciona, quando levo um susto, com um bendito esquilo passando com a boca cheia de folha. Não sei pra onde ele tava levando isso, mas este aí, passou a manhã inteirinha subindo e descendo carregando folha. Deve estar preparando uma caminha quentinha nalgum lugar.
As janelas aqui, tem uma parte de vidro, uma de tela e outra tipo persiana. Eu, com mêdo dele querer entrar, tirei  algumas fotos com a tela fechada, mas elas ficaram muito embaçadas. Então levantei a tela, e ficava falando com ele:
- Páre ai pra foto, mas nem pense em entrar. Tá me entendendo?
Conversa de maluco. Eu com um esquilo. E ele parava....e ficava me olhando...rs.

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Sr.Obama antes, e muito pouco tempo depois...



Não vou dar palpite em assunto que não domino, mas, vi o Presidente Barack Obama falando na TV depois de perder mais de 60 cadeiras dos Democratas para os Republicanos, e me deu pena. Ele, que em todas as vezes que vi falando, tava sempre altivo e seguro, olhando as pessoas nos olhos,  agora virou uma pessoa tensa, ga ga gaguejando, pensando muito pra falar, talvez escolhendo muito bem as palavras. A situação, aqui, não tá boa pro lado dele. As propostas do governo dele dependem de gastar muita grana e os americanos não estão acostumados com isso. Eles gastam, ou gastavam bastante, com eles mesmos.
Vamos ver no que vai dar. Nestas fotos, não dá pra ver bem, mas o moço já tá com a cabeça branquinha!  Todos ficam assim. Jamais vou entender este tesão com o poder.


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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

O americano aprendeu rapidinho...e já rolou o primeiro mico meu.

Saindo de casa, já achei a rua  linda, com as folhas de outono molhadas de chuva. Hoje, choveu o dia intirim, aquela chuvinha de molhar bôbo, como dizemos nas Minas Gerais. Mas, eu nem liguei e caí no mundo.

Na volta, tive que descer numa estação qualquer, pra ligar pra minha amiga e perguntar qual era a nossa estação. Mico total...não me lembrava nem a poder de reza braba. E olhe que já vim aqui mil vezes; fora o tempo em que morei...a idade não perdoa mesmo!

Fui  almoçar com uma amiga na Sexta Avenida. Depois do almoço, resolvi caminhar. Fui de trem até a Lexington e depois subi até a 79, apreciando as cores do outono e curtindo o não fazer nada. E na porta da escola, os ônibus fazem fila esperando a saída da meninada.

As folhas das árvores já estão com aquelas cores lindas, puxando pra todos os tons de amarelo, laranja e vermelho, e o povo coloca vasinhos de flores nos pés das árvores, pra alegrar o inverno que tá chegando devagarinho.


Ainda encontrei vitrines enfeitadas com as cores e as abóboras do Halloween.
Olhe que dois prediozinhos mais simpáticos pra se morar. Na área super nobre da cidade, lugar tranquilo. Nem parece que você tá em uma cidade que ferve dia e noite sem parar.

E esta, então? Linda! Dei uma espiada despistada dentro da casa. Maior bom gosto.

O japinha enfeitou a porta da loja dele e ficou uma graça.

Mais folhas amarelas de outono. Adoro esta estação.

Quando morei aqui perto, na 2ª avenida,  vinha sempre comprar neste supermercado. Meio longinho, mas a qualidade de tudo, é inigualável. Uma beleza. Frutas, frios, frutos do mar, pães. Tudo delicioso. Dê uma entradinha no site pra ter uma idéia do que tô dizendo.


Esta flora fica do lado do D'Agostino. Linda, né não?
Voltando pra casa, passei no Citarella  ( que também é uma maravilha ) e comprei 520 gramas de queijo brie, $7,27 e 3 brioches enormes, $ 3,87.  O queijo tá mais barato do que no Brasil.
No Citarella tudo é tão lindo, que dá vontade de comprar até o que a gente não gosta.

E queria dizer da diferença que percebi no atendimento em todos os lugares que passei hoje.  Andei pela rua 47, o paraiso dos diamantes. Adoro ficar olhando as vitrines com diamantes de todos os tamanhos, e as jóias. Cada uma mais maravilhosa do que a outra. Não teve uma só loja em  que parei e fiquei olhando, que não veio alguém me convidar pra entrar, ou ficou me chamando de dentro da loja.  Nunca vi isso aqui. Normalmente a gente passava por invisível. Vendedor vir atrás eu nunca vi. Entrei na GAP da Lexington. Tinham 2 pessoas olhando, todos os vendedores me cumprimentaram e disseram, que se precisasse de alguma coisa era só chamar. Achei tudo bem caro.  Entrei em uma outra loja de artigos de esporte. Vendedores super simpáticos e também o mesmo discurso. Se precisar, estamos às ordens. Por isso eu disse,  que eles aprenderam rapidinho a atender bem. As pessoas não estão comprando como antigamente. Talvez os turistas. Estes, devem estar salvando a lavoura.
Tava muito cansada, e não deu pra tirar foto nem peguei os endereços, mas nesta região tem brechós de usados que são uma maravilha. Até lá percebi uma diferença. De público. Não vi pobre. Também não é região de pobre, mas quem tava comprando era um público que nunca vi nestas lojas. Estas estavam cheias de gente. E tem muuuiiita coisa legal. Muita coisa nova. Com etiqueta. Vi blaser do Dior por 20 dólares, lindo. De lã. Muita coisa bonita. Vou voltar pra pegar os endereços pra você e fazer mais uma pesquisa de preços.

Saí com o marcador de passos. De porta a porta, andei 23 kilometros, 289 metros. Tô mortinha. Ontem que andei só pelos arredores, fiz 4 km 351 metros. Amanhã vou ficar de molho. Diminuir o gás.
Senão o bicho vai pegar feio.

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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Viagem de 2010 - NY - 2º dia



Esta igrejinha grega, fica bem aqui na esquina do prédio....muito fôfa!
Mas nunca consegui entrar. Sempre tá fechada. Minha amiga disse, que só abrem pra festas, tipo Páscoa, aí fica lotada de povo.



Da esquina dá pra ver o imponente Empire State Building....entre o Empire e nós, tem muito chão e ainda o rio Hudson.

Adoro estas escadinhas de incêndio. Cena mais novaiorquina do que esta, impossível. Sempre me lembro de Uma linda Mulher, com a delícia do Richard Gere, subindo pra se encontrar com a Júlia Roberts.
Ontem jantei com um amigo querido neste pequeno restaurante peruano. Será que no Brasil, um lugar chamado Pio Pio Rico, ia dar certo? Duvido muito.
Como eu tava meio enjoadinha por conta da comida horrível da Delta, fomos lá pra comer uma comidinha bem parecida com a brasileira. Tava uma delícia. Frango assado na brasa, com arroz, feijão e mandioca frita. Tomei uma Coca e meu amigo uma cerveja. Deu 16 dólares, mais a gorjeta, 20 pratas.
Muito bem servido. Porções generosíssimas, como tudo que é de comer nesta cidade. Não quis sobremesa.
Depois fomos até o Starbucks Café, que tem dois em cada quarteirão na cidade toda, e o papo continuou até tarde. Muito bom.
Se vier por estas bandas, o Pio Pio fica na
45-23 Greenpoint Avenue,
Sunnyside, Queens, NY 11222
(718) 361-5925
Eu ainda acho, que uma solução legal pro transporte em BH, e mesmo em outras cidades brasileiras, seria o metrô de superfície. Nada de ficar desapropriando o povo, cavucando buraco feito tatú. Este, com os arcos acho até bonito. E embaixo, pode ter feiras, lugar pra criança brincar, praticar esporte, sei lá mais o que. Não sei se fica mais caro do que o outro. Vou até me informar.

Nossos vizinhos. Se deixar a janela aberta eles entram sem a menor cerimônia. Tem que ter pelo menos a janela com tela fechada. A não ser que você queira a bicharada andando pela casa.
São tão acostumados com os moradores, que nem ligam. Tirei a foto de perto, até o olho saiu vermelho e ele nem tium. Continuou a comer tranquilamente. Bicho folgado. Mas, me lembra o morcego...eca!!!

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NATAL 2025 DE NOSSA PREMAMETTASCHOOL

Como estou sem computador, as postagens nao ficam boas.  Postei com celular mesmo, só pra dividir com todos minha alegria e o grande resulta...