segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Como fiquei sabendo da vida e obra dos irmãos Giacometti




































Uma das coisas que mais gosto quando estou fora do Brasil, morando, não passeando, é que leio muito. Não há livro que chegue. Já li até coleção de livro espírita. Nada contra, mas nada a ver comigo. Mas não tinha mais o que ler.

Aqui em casa fica mais difícil. Leio também, mas muito menos. Tem telefone, tv, amigos chegando e mais um monte de interrupções. Cada lugar tem sua vantagem.

Na casa da Princesa nadei de braçada. Ela tinha uma biblioteca de lamber os beiços. O difícil era tirar e recolocar um livro na estante, de tão apertados que estavam. E ela me deu liberdade de pegar o que quisesse.

Na sala de estar, a Princesa tinha uma mesa de centro muito linda, em ferro, e nos quatro pés uma carinha de cachorro. Era um cópia ( não sei se fala assim) da carinha de um cachorro que ela teve. E ela me disse que quem tinha feito a mesa tinha sido o Diego Giacometti. Nunca tinha ouvido falar. Então ela me deu um livro, autografado pelo autor, e era a biografia de Alberto Giacometti, irmão dele.

A Princesa me disse, também, que o próprio Diego trouxe e instalou a mesa na casa dela. E eu lá, sentada na mesma cadeira que ele se sentou. Muito da chic, eu!

Curiosidade de saber quanto teria custado a mesa! Mas nem morta perguntaria...

E ainda trouxe, não perguntei se foi de presente ou não, um sapo também lindo. Amo sapos, tenho dezenas deles em casa. O bicho vivo é um horror, mas os meus, em madeira, louça, tecido, vidro, borracha, são lindos. Vontade de ter aquele sapo do Diego!
Li o livro em pouco tempo, reli, e me apaixonei completamente pelo escultor Alberto e seu irmão Diego.
Dois suíços danados. Vale a pena conhecer a vida e a obra !

4 comentários:

  1. Você tem razão, querida. Aqui, mesmo tendo que dar as aulas semanalmente, leio desbragadamente. descobri autores e livros de quem jamais ouvi falar, Deliciei-me com releituras. E, pra continuar com o treinamento - que não acaba jamais - tudo que cai na minha mão, leio. Mesmo na língua local eu tento, tento... o resultado nem sempre é satisfatório!
    Salve persistência!
    beijinho

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  2. Morar fora é um grande aprendizado em todos os sentidos, né amigo? Inclusive com o que não devemos de forma alguma trazer pra cá...rs.
    bjins

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  3. A intolerância croata é uma das coisas que vou deixar pra trás, definitivamente! Seguindo a sua "lição"!!!
    beijinho

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  4. Deixe mesmo meu bem, mesmo porque ja temos de sobra...nos ultimos tempos as mortes que tem acontecido no transito da cidade e das estradas por conta de intolerância, estão de cair o queixo.
    bjins

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