domingo, 18 de outubro de 2009

Chines não morre em Paris.



Quem diz isso não sou eu. É o censo francês.

Foi muito engraçado (pimenta no olho do outro...). Fizeram há uns anos atrás um censo e descobriram que praticamente não havia morrido chines desde o censo anterior. Porque? Vida boa? Qual o que...se é que tem um povo que rala naquela terra, trabalha uma média de 16 horas por dia em situações inacreditáveis, é o povo chines. Incrível como a vida que levam pode ser melhor do que estar na terra natal. As vezes nem é isso, porque eles conseguem uma grana pra vir e quem emprestou que é normalmento o empregador, consegue segurar os pobres coitados num trabalho quase escravo e a dívida não tem fim. Não conseguem a alforria nem com a nossa Isabel entrando no meio.

Mas voltando a falta de mortandade, é muito simples. Como é muito difícil de arrumar documentação e legalizar a situação no país, quando morre um china o outro ocupa sua vaga. O documento é passado de um pra outro. E como saber quem é quem com aqueles rostinhos todos iguais e todos com o mesmo nome? E o corpo? Eu sou louca de dizer o que todos pensam em relação a: onde foi parar? Não sei.

Isso tudo não é constatação nem afirmação minha. Li em jornais franceses da época. Não tô dizendo que o que o jornal publica seja verdade verdadeira, mas foi o que li.

6 comentários:

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